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quinta-feira, 29 de maio de 2014

A Lista de Características para Escolher sua Esposa

          Não sei quantos de vocês já ouviram falar disso, mas anos atrás, quando eu era de uma igreja batista – mas praticamente pentecostal – e tinha lá meus 17 anos, durante uma das aulas dominicais, uma mulher foi lá nos ensinar que nós tínhamos que fazer uma lista de características que queríamos que nossos futuros cônjuges tivessem. Segundo ela, poderíamos incluir ali as características que quiséssemos: que fosse uma pessoa bonita, educada, bonita, inteligente, bonita, rica e até bonita. Ah, sem esquecer que tinha de ser crente também. Sério. Uma das listas que eu vi de uma menina – ela deixou - tinha três páginas e várias vezes a palavra “bonito” aparecia.

            Eu me lembro bem da reação ao ouvir sobre como poderíamos fazer uma lista contendo essas “exigências” para Deus: pareceu-me estranho querer determinar como Deus tinha que me dar uma vida fácil ao escolher uma pessoa que seria perfeita, que eu provavelmente nem mereceria ou estaria à altura, ao invés do que eu havia aprendido na Bíblia que dizia que o casamento era para a glória de Deus. Eu lembro de sonhar acordado nessa época com esposas que possuíam deficiências, físicas ou mentais, ou que fossem pobres, romantizando de forma infantil o princípio correto de que o casamento não é primeiramente  para nos fazer felizes, mas para que glorifiquemos a Deus e assim consigamos felicidade nEle. Deus me deu uma linda jovem para cuidar, com quem namoro a 491 dias – se esse texto for colocado no blog no dia 30, vai fazer 495 dias – e com quem pretendo me casar.

            Mas isso não era a única coisa que me intrigava. Ao que me parecia, Deus já havia deixado uma lista dessas, pronta, na Bíblia! Eu não precisava colocar critérios – fortemente influenciados pelo mundo, pela carne, ou por aquilo que me agradaria – pois Deus já os havia dado em Sua palavra. E é sobre essa lista que eu gostaria de falar hoje. Abra por favor, a sua Bíblia em Provérbios 31:10-31 e dê uma lida no texto.

            Vamos a algumas informações preliminares, para podermos interpretar o texto diante de nós: esse texto é um poema de 22 versos, e sua forma é utilizada também no Salmo 119 (22 seções de 8 versos) e em Eclesiastes (o número de versículos nos capítulos é sempre mútiplo de 22). Esses 22 versos são as 22 letras do alfabeto hebraico, e o objetivo de usar um acróstico com todas as letras é expressar que o texto diante de nós tenta cobrir o assunto todo que o autor se propôs a escrever, ainda que de maneira resumida.

            Bem, se você leu o texto – se não leu ainda, leia! – deve ter identificado facilmente algumas das características da mulher virtuosa. Uma mulher virtuosa não é aquela que exibe uma e outra virtude aqui e ali, mas sim uma pessoa cuja maioria das ações expressa um caráter agradável a Deus - a maioria, e não todas, pois senão teríamos um robô e não uma mulher! Vamos entender um pouco mais a fundo o texto.

            “Mulher virtuosa, quem a achará? O seu vaor excede muito o de finas jóias.” Aqui o autor estabelece tanto a raridade de uma mulher virtuosa quanto seu valor. “Finas jóias” só eram possuídas pelos reis, ou por pessoas da corte real. Ma Deus, em Sua Palavra, está nos dizendo que a esposa virtuosa está acessível mesmo a nós, e que devemos ter grande expectativa em procurá-la e achá-la. Afinal, a boa esposa é bênção do Senhor.
            “O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho. Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida” Esses versos estabelecem que ela é uma mulher confiável, que incentiva o trabalho do seu marido, pois o verdadeiro ganho não é dinheiro, mas a sua esposa mesmo, ao mesmo tempo que ela mesma é trabalhadora e sábia, edificando sua casa com suas próprias mãos: “Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos. É como o navio mercante: de longe traz o seu pão.”

            “É ainda noite, e já se levanta, e dá mantimento à sua casa, e a tarefa ás suas servas.” Nesse trecho vemos que a mulher virtuosa sabe administrar a sua própria casa, “arregaça as mangas” e busca trazer prosperidade à sua casa, para que seus filhos não passem fome: “Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho”.

Ao contrário do que alguns podem pensar, a mulher virtuosa tem sim certa independência financeira do seu marido. Eu cresci em um lar onde minha mãe não trabalhava, e vi de perto um homem maltratar uma mulher por causa do amor ao dinheiro que meu pai tinha – e tem. Sem independência financeira, e com o desejo de não se divorciar para não causar problemas aos filhos, eu vi minha mãe sair da situação de refém dos ganhos do meu pai – homens, nunca façam isso com suas esposas! - fazer mestrado e doutorado, ser professora universitária e alcançar uma independência que equilibrou o lar e lhe deu poder para ser ajudadora do marido, que só recentemente descobrimos que tem síndrome de Aspenger. E é bom que a mulher seja obediente ao marido, não nego. É bom que a mulher mesmo cuide dos filhos. Mas ela também não pode se tornar escrava do seu marido por causa de dinheiro! “Cinge os seus lombos de força e fortalece os braços. Ela percebe que o seu ganho é bom; a sua lâmpada não se apaga de noite. Estende as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca.”

“Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado.” A mulher virtuosa não ganha dinheiro somente para si ou para seus filhos: ela corresponde às exigências da caridade cristã, auxiliando com sua renda aqueles que precisam de ajuda. “No tocante à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate.” Ela veste até as suas servas com lã escarlate, uma lã trabalhada e tingida para a nobreza! Repare bem isso: a mulher virtuosa trata bem mesmo os empregados mais simples. E ao mesmo tempo sabe dar valor a si mesma: “Faz para si cobertas, veste-se de linho fino e de púrpura.”

“Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra.” Por trás de um grande homem há sempre uma mulher virtuosa empurrando! A mulher virtuosa incentiva seu marido a ser virtuosa também, ela é parceira na caminhada da santificação que Deus opera em nós.

“Ela faz roupas de linho fino, e vende-as, e dá cinta aos mercadores.” A mulher virtuosa faz com excelência aquilo a que se propõe fazer, e excelência é um hábito. “A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações.” Ela está revestida de caráter, e por isso não teme o amanhã, pois sabe que, mesmo nas dificuldades, com o esforço que Deus lhe dá, certamente há de superar as dificuldades, especialmente as espirituais.

“Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está em sua língua.” Quem precisa de sabedoria, deve pedi-la a Deus que a todos dá liberalmente, e não impõe nenhuma condição (Tiago 1:5); a mulher virtuosa ela ora pedindo aquilo que Salomão pediu sabedora de que será atendida.

 “Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça.” Administrar uma casa dá trabalho! Mas a mulher virtuosa não busca desculpas, ela busca soluções! Por isso, o reconhecimento: “Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada.” O reconhecimento não é só de seu caráter, mas também da obra de Deus na vida da mulher virtuosa: a transformação não engana, nem é essa dignidade ou graça algo artificial, mas o fruto do trabalho operado pelo Espírito Santo.


É com essa lista que você, rapaz, deve procurar uma esposa; tente ser caminhão suficiente para toda essa areia! E é sendo conforme essa lista, moça, que você se tornará virtuosa! “Dai-lhe do fruto de suas mãos, e de público a louvarão por suas obras!”

Daniel Campos

sábado, 12 de abril de 2014

O que uma Esposa Espera de seu Marido? Com a Palavra Wanda Assumpção

Desde que Eva foi criada, muita coisa tem mudado na vida das mulheres, mas as coisas mais importantes, aquelas que nos trazem felicidade e realização, permanecem inalteradas por fazerem parte da essência da nossa feminilidade.
Ainda hoje, a esposa precisa que seu marido lhe dê três coisas que satisfarão as necessidades básicas do seu coração: segurança, liberdade e honra. E as três derivam do conceito do amor agape, o amor doador, sacrificial com que o marido é ordenado a amar sua esposa (Ef. 5:25).
O amor do marido traz segurança à esposa
É o amor que toma a iniciativa e o homem foi especialmente capacitado por Deus para ser o iniciador, o que busca, que corteja, que conquista, o que já faz parte da sua natureza. A mulher que é assim conquistada sente-se segura na sua feminilidade, na sua natureza mais responsiva.
O marido amoroso não apenas conquista o amor da esposa mas o alimenta através de atos carinhosos, como dar a mão a ela quando estão juntos; de palavras amorosas e elogiosas, pois sabe que a mulher é atraída pelo que ouve; de pequenos gestos e sacrifícios que para ele talvez nem façam muito sentido, como dar um presentinho, um ramalhete de flores, assistir a um filme romântico com ela ou planejar algum momento especial só para os dois; de respeito pela pessoa feminina que ela é, por sua maneira diferente de pensar e de se expressar.
O marido que trata a esposa como rainha terá uma rainha por esposa.
O amor do marido liberta a esposa
O amor doador nunca cerceia, antes visa a libertação da pessoa amada para ser tudo o que Deus a fez para ser. Ele não quer transformar a outra à sua própria imagem, mas se regozija na sua singularidade e beleza. “O amor edifica” (1 Cor. 8:1b), ajuda a esposa a crescer, a amadurecer, a revelar-se na sua essência. Reconhece seus dons particulares e encoraja-a a desenvolvê-los, provendo os meios para que ela possa fazê-lo, mesmo que isso envolva sacrifício pessoal. Ele não compele nem força, antes apoia, estende a mão, colabora.
O amor do marido honra a esposa
O amor do marido é como um manto sobre os ombros da esposa, símbolo de sua proteção e cuidado. Debaixo dele, ela sente-se valorizada, importante, respeitada por ser quem é, como é. Não precisa temer sua própria fragilidade nem o passar dos anos e a chegada das rugas e dos cabelos brancos, pois sabe que o marido vê nela a beleza que nunca diminui nem acaba mas que se renova e viceja a cada nova fase da vida.
O marido que ama a esposa como Cristo amou a igreja procura o aperfeiçoamento, o crescimento, o amadurecimento e a restauração da pessoa que sua esposa foi criada para ser, o que redundará em felicidade e gozo para ele próprio. Esse é o mistério do amor no relacionamento conjugal. Simbolizado pela redondeza contínua das alianças de ouro, ele dá início a um processo infindo de doação que conduz ao paradoxo de que é dando que se recebe, é doando a si mesmo que se cresce, é libertando que se liberta.

Fonte: Monergismo
http://www.monergismo.com/textos/familia_casamento/esposa_espera_esposo_wanda.htm

Rodrigo Ribeiro

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Uma Reflexão para Mães e Filhos


A família exerce uma influencia imensurável na formação das pessoas, em virtude de ser responsável pela educação mais básica e os passos iniciais de camadas muito profunda da cosmovisão. Neste aspecto, dentro do contexto familiar, a figura materna recebe uma notável importância, pois tem o dever de estar muito próxima dos filhos nos momentos iniciais e mais marcantes de sua jornada nesta terra.

Grandes homens da história atestaram a benéfica influência de suas genitoras, e não só nos aspectos educacionais, mas principalmente espirituais, como no notório exemplo da mãe de Agostinho que orou por anos a fio pela conversão do filho, que passou de um libertino para uma das lideranças mais importantes do Cristianismo.

Mas a reflexão proposta neste texto tem por base as palavras de GREGÓRIO DE NAZIANZO(Pai da Igreja) sobre a piedade sua mãe:

"Ela foi uma esposa segundo o desejo de Salomão; em todas as coisas sujeita a seu esposo segundo as leis do matrimônio, não se envergonhou que ele fosse seu mestre e líder na verdadeira religião.

Ela solucionava o difícil problema de unir a mais elevada cultura, especialmente no conhecimento das coisas divinas e o estrito exercício da devoção, com o cuidado prático de sua casa.Se ela era ativa em sua casa, era como se nada conhecesse dos exercícios da religião; se ela se ocupava de Deus e do seu culto, era como se fosse estranha a cada ocupação terrena: ela era tudo em todas coisas.

As experiências tinham instilado nela a livre confiança nos efeitos da oração; por isso ela era mui inteligente nas súplicas, e por meio das orações superava até mesmo os sentimentos mais profundos da tristeza que lhe sobrevinha e dos sofrimentos dos outros. Por esse meio ela tinha atingido tal controle sobre seu espírito, que em cada dor que encontrava, nunca emitia sequer um tom queixoso, sem antes render graças ao Senhor."

Em um resumo rápido identificamos características valiosas nesta mulher de Deus: submissão, integridade nos deveres domésticos e no culto à Deus, vida de oração e um espírito grato e permeado de contentamento.

Tais atributos influenciaram o seu esposo (que era um bispo herege antes de conhecê-la, mas tornou-se ortodoxo), e principalmente seu filho, o mais notável entre os pais capadócios, um grande teólogo do Século IV, proeminente no concílio de Constantinopla.

Mulheres piedosas são instrumentos de Deus para preparar filhos para um caminho de fidelidade a Deus e ao seu evangelho.
Precisamos de mais mulheres assim.
E consequentemente de mais filhos que honrem este exemplo virtuoso.

Rodrigo Ribeiro
Facebook: https://www.facebook.com/rodrigo.ribeiro.14811

Graças a Deus reconheço estas virtudes na minha mãe: Rosilda Barros Ribeiro.
Que Deus me conceda a graça de honrar seu legado.

Te amo gata!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Prove seu Sexo

Meu marido e eu temos um filho jovem. Esse filho não é como os seus irmãos. Esse filho é emocional, empático. Ele gosta de canções, histórias e um abraço. Ele não se importa muito em ganhar e às vezes abandona o jogo de futebol do quintal antes mesmo do segundo tempo. Ele não é aventureiro nem barulhento. Ele, contudo, ainda assim é um garoto.
Quando ele crescer, é improvavél que ele seja o próximo Tim Tebow. Mas eu gostaria de pensar que ele pode ser o próximo C.S. Lewis. E espero que a comunidade cristã ainda tenha um lugar para ele.
Em sua biografia recente, A vida de C.S. Lewis: Do ateísmo às terras de Nárnia, Alister McGrath apresenta o jovem Lewis como um garoto bastante diferente dos demais. Enviado a uma escola interna inglesa aos 10 anos de idade, Lewis “parece não ter se encaixado na cultura da escola pública da era Edwardiana.” Ao invés de participar das competições atléticas, Lewis ouvia opera e lia poesia.

Essas diferenças lhes trouxeram alguns problemas. “Garotos que não eram bons em esportes” McGrath escreve, “eram ridicularizados e sofriam bullying por parte dos seus colegas. O atletismo desvalorizava conquistas artísticas e intelectuais e transformou muitas em escolas em pouco mais que campos de treinamento para a glorificação do corpo. Contudo, o cultivo da masculinidade era visto como integral aos desenvolvimento do caráter.”

O garoto poeta e a garota atleta

O nosso mundo após a Suprema Corte derrubar o Ato de Defesa do Casamento parece estar bem distante daqueles padrões Edwardianos de masculinidade baseados em partidas de rugby. Mas eu me preocupo que um padrão estreito similar esteja ganhando popularidade entre os Cristãos. Ao se levantarem contra a névoa que obscurece o gênero e a sexualidade, característica do nosso mundo hoje, cristãos podem inconscientemente requerer de nossos jovens que provem eles mesmos se são homens ou mulheres. Eu tenho medo que a comunidade conservadora cristã não tenha mais espaço para jovens que são diferentes, para o garoto poeta e a garota atleta. Isso seria uma grande perda.
Lewis, com certeza, se tornou um dos mais influentes teólogos da era moderna. Em junho de 2013, até mesmo o The New York Times, reconheceu isso com uma coluna intitulada “C.S. Lewis, Evangelical Rock Star” (C.S. Lewis, uma estrela evangélica do rock), uma manchete que certamente teria chocado os colegas de infância do Lewis. De um imaginativo e artístico garoto, Lewis cresceu para realizar grandes coisas no Reino de Deus. E existem hoje em nossas igrejas garotos e garotas com potencial semelhante. A normal e difundida aceitação da homossexualidade complica ainda mais a nossa posição. A comunidade cristã tem que se posicionar contra o pecado da homossexualidade (e dezenas de outros pecados) com um grau de foco e energia nunca antes preciso para tratar desse assunto. Contra a mudança do pano de fundo das normas culturais, cristãos conservadores tem que defender alguns padrões definitivos. A situação requer isso.
Mas essa necessidade de definições dá margem ao surgimento de uma série de problemas próprios. Em 2005, Anthony Esolen explanou a dificuldade dos jovens, em particular, rapazes:
“A proeminência da homossexualidade muda a linguagem para os garotos adolescentes. É absurdo e cruel dizer que os garotos podem ignorar isso. Mesmo que eles pudessem, os seus colegas de classe não os deixariam. Todos os garotos precisam provar que eles não são fracassados. Eles precisam provar que estão no caminho de se tornarem homens.”
Esolen argumenta que a cultura da homossexualidade força os jovens a se definirem aos seus colegas de uma forma notável; o que era desnecessário nas gerações anteriores.
Isso foi em 2005. Agora, em 2013, a situação mudou ainda mais. Em um mundo pós-DOMA onde um transexual do primeiro ano usa o banheiro das garotas, a cultura não está mais de forma óbvia forçando as pessoas a serem uma coisa ou outra. Gênero e sexualidade são conceitos fluídos no mundo de hoje. Eles estão em uma jornada pessoal de escolhas e preferências, sujeitas a mudanças a qualquer momento. De acordo com esse padrão do mundo, nossos jovens já não tem mais que definirem a si mesmos como alguma coisa.
Mas na comunidade cristã conservadora, nós ainda estamos nos posicionando firmemente. Nós estamos nos levantando contra a névoa ao proclamarmos o padrão da criação, a beleza e o complementarismo das diferenças de gênero e a necessidade dos jovens de abraçarem suas responsabilidades de gênero.
Tal ênfase incorre em erros para a Igreja como aqueles que Esolen previamente atribuiu à sociedade como um todo. Ao se posicionar contra a ambiguidade sexual e de gênero, nós corremos o risco de fazermos definições em excesso e assim forçar nossos jovens a provar aquilo que não precisa ser provado.
Nada a provar

Então novamente eu volto ao meu filho sensível, com sua preferência por brincadeiras imaginativas a brincadeiras competitivas. Eu reflito se ele em breve ele não mais se encaixará na comunidade cristã, pressionado a provar a si mesmo – não pelo seus colegas de vizinhança, que não vão ligar para o que ele é – mas por outros cristãos, que querem que ele se posicione por um certo tipo de masculinidade em extinção.
Em 2005, Esolen sugeriu que os jovens veem na fornicação heterossexual uma opção fácil para provar a sua identidade sexual. Nós ainda enfrentamos esse perigo. Atos sexuais, pensamentos e desejos são corretamente cultivados apenas no casamento (entre um homem e uma mulher). Eu não espero ver cristãos aceitando fornicação. Mas eu posso imaginar uma quase justificativa a expressões infantis ou adolescentes de atração pelo sexo oposto. Bom, pensaremos, pelo menos eles não são tentados à homossexualidade.

Os jovens também precisam aprender as habilidades necessárias para cumprir as suas responsabilidades de adulto. Garotos são aos poucos, treinados para serem cabeças do lar assim como Cristo é o cabeça da Igreja (Efésios 5.23). Garotas estão trabalhando para desenvolverem um caráter que eventualmente tome a responsabilidade de “trabalhar em casa... submissa aos seus próprios maridos” (Tito 2.5). Muita dessa atual ênfase nesse ensino contra cultural é valioso.

Mas essas habilidades, assim como qualquer outro santo dever, são mais duros para alguns indivíduos aprenderem do que para outros. É uma falta de amor e um ato anti-bíblico assumir que todo garoto cristão naturalmente irá tomar o seu papel de liderança ou que qualquer garota cristã irá imediatamente se satisfazer com os deveres domésticos. Assim como cada um de nós luta para cumprir alguns dos mandamentos do Senhor (digo, paciência e contentamento), a personalidade de alguns jovens fará com que administrar as suas responsabilidades de gênero seja uma tarefa difícil. Nós não deveríamos fazer da facilidade em assumir essas tarefas um teste da verdadeira piedade.
Finalmente, a comunidade crista deveria intencionalmente celebrar o maravilhoso espectro de personalidades e talentos que Deus criou. Nós temos sim que nos posicionarmos contra o pecado sexual. Mas que não declaremos um certo tipo de garota ou um certo tipo de garoto como mais piedoso do que outro.
Jovens cristãos – pensadores e sentimentais, músicos e montanhistas, lutadores e poetas – não tenham nada a provar.

Megan Hill vive em Mississipi. Ela é membro da St. Paul Presbyterian Church (PCA) e escreve sobre vida ministerial no Sunday Women.


Publicado em: http://thegospelcoalition.org/blogs/tgc/2013/09/04/prove-your-gender/

Edição e Tradução: Igor Sabino


sábado, 4 de janeiro de 2014

Um Chamado às Mulheres Solteiras

“Portanto, uma mulher solteira que vive com aquele dia final em vista e faz de Cristo o seu tudo em tudo aqui, diz algo muito poderoso e bastante claro acerca do seu Salvador.”– John Piper

Esse artigo é para todas vocês mulheres solteiras que já deram uma segunda olhada para o campo missionário. As que ainda não deram, eu peço-lhes que considerem gastar suas vidas proclamando a dignidade de Cristo entre os povos não alcançados, uma vez que temos vivido com os dias finais em vista.

Aqui está a conclusão a que cheguei: Há uma beleza única em nossa solteirice e nós temos primeiramente que entender de que forma esse nosso estado magnifica a Deus. Eu estou certa de que se nós como “um grupo de pessoas” compreendêssemos a razão para nossas vidas de solteiros, nós como um Corpo de crentes seriamos muito mais propensos à ação, ao invés de nos acomodarmos aos confortos do mundo ocidental. Ver essa fase como uma benção ao invés de um “período de espera” nos permite experimentar e magnificar a dignidade de Cristo de um modo único que não será mais possível no casamento. O gênio do John Piper formulou os três pontos seguintes que nos apresentam uma perspectiva de como essa fase tem o poder de mistificar o mundo secular. Contudo, eu realmente oro para que isso fale profundamente aos nossos corações.

1) Uma vida de solteiro que exalta a Cristo carrega o testemunho de que a família de Cristo cresce através da regeneração pela fé e não através da propagação por meio da atividade sexual. A principal coisa que temos a ver é com relação a essa família. Assim, se você nunca se casar e abraçar uma vida de castidade e sem filhos biológicos, e receber isso das mãos do Senhor como um ato de misericórdia e um presente com contentamento, e se juntar ao pobre e aflito, e gastar a si mesma pelo Evangelho, sem autocomiseração; você irá, em uma feminilidade solteira única, magnificar a Cristo de formas que uma mulher casada nunca poderá.

2) Uma vida de solteiro que exalta a Cristo carrega o testemunho de que relacionamentos em Cristo são mais permanentes e mais preciosos do que os relacionamentos em famílias. Se uma mulher solteira se volta sem amarguras ou ressentimentos da ausência de sua própria família e se dedica à criação da família de Deus na igreja, ela encontrará um florescer da sua feminilidade


3) A vida de solteiro de uma mulher que exalta a Cristo carrega o testemunho da verdade de que o casamento é temporário e finalmente dará lugar a um relacionamento que desde o início apontava para Cristo e a Igreja. Dessa forma, não será mais necessário uma figura quando vocês estiverem face a face.

Eu quero ver mais de nós nos unindo ao pobre e aflito. Eles cobrem o mundo. Mas em minha opinião, há uma necessidade ainda maior de nos unirmos aos que estão entre os povos não alcançados – pois eles também são pobres e aflitos sem Deus. O fato de ainda haver povos que não tiveram o Evangelho penetrado em seus corações é a maior tragédia e injustiça social que vejo hoje. Especificamente, eu vejo olhos de touro sobre o Oriente Médio e nós como Igreja precisamos de mulheres ousadas que irão extinguir a si mesmas em palavra, oração e adoração diária a fim de serem flechas preparadas para serem lançadas e atiradas sobre aquele alvo. Nós precisamos estar moldando as nossas ferramentas e nos engajarmos na guerra iminente. Em “The Perseverance of Jesus” (A Perseverança de Jesus), Mike Bickle afirma, “Deus nos faz um flecha com o propósito de nos atirar em Seus momentos estratégicos. Cada pessoa é unicamente moldada por Deus como uma flecha preparada para um alvo específico. Nós temos que abraçar o alvo que Deus criou para nós. Uma flecha tem alvos específicos em diferentes fases da vida de uma pessoa. O tiro da flecha não está limitado à plataforma de um ministério, mas a qualquer designação que Deus nos der.”

O Senhor tem sido estratégico ao usar missionárias solteiras como flechas. Elas tem sido um fator dominante na grande história da missões mundiais, ao modificarem nações. Quando eu olho para o coração de uma mulher eu vejo uma habilidade de se conectar com o coração do Pai Celeste que produz uma compaixão única pelo perdido. Quando Amy Carmichael ouviu Hudson Taylor, fundador da China Inland Mission, falar sobre os não alcançados, ela foi levada a ficar de pé e fazer algo com relação àquelas estatísticas. Aquelas estatísticas não poderiam sustenta-la, contudo. O que sustentou Amy foi o amor do Calvário. Ela disse: “Isso não desperta os nossos corações a ir e ajuda-los, isso não nos faz ansiar por abandonar nossa luxo, nossa excedente abundante luz e ir termos com eles que estão sentados em trevas?” O amor do Calvário não nos desperta a irmos? Isso não deveria nos levar a tomar uma ação? A vida de Amy foi cheia de abandono por Cristo. Ela viveu uma vida de completa entrega ao Senhor por causa da sua revelação do amor do Calvário. Amy escolheu morrer para si mesma quando ela colocou de lado seus desejos pessoais, família e convenções sociais. Ela nunca se casou, pelo contrário, deixou a casa do pai e da mãe a fim de abraçar uma terra de caos como sendo sua. Ela contendeu pelo retorno do Senhor em meio aos não alcançados. Eu acredito que essa perspectiva é chave para nós hoje. Amy esteve na Índia por 55 anos sem licença, o que nos mostra que ela colocou a mão no arado e não voltou atrás. Ela viu o trabalho que estava sendo produzido pelo trabalho no campo muitos anos depois. Labor como o dela não produz resultados instantâneos, mas requer tempo, sangue e suor, e nós deveríamos ir despreocupados se veremos os frutos que produzimos ou não.


Amy abriu mão de sua vida de maternidade para seguir a Cristo em uma terra de trevas e em resposta à sua obediência, o Senhor a abençoou tornando-a mãe de centenas de crianças indianas. Ela foi claramente separada. Ser separado para um trabalho único pelo Senhor requer a graça que somente Ele pode prover. Nó temos que depender dEle diariamente. Que grande aventura eu vejo em uma pessoa abandonar a si mesma pela causa por causa dEle, cujo nome é digno de receber louvor e honra entre os não alcançados.

Todas essas coisas se resumem nisso: Ele é digno? Essa é uma questão com a qual eu e você devemos lutar. Para mim, não há maior alegria do que gastar os meus dias de solteira vivendo ousadamente pelo Senhor entre os não alcançados. Eu estou convencida de que estaria fazendo o mesmo se eu fosse casada e com uma família. Eu tenho entendido, contudo, que há algo único nessa fase em que estou atualmente. I não quero ver nenhum dos meus dias desperdiçados. Eu tenho apenas essa vida e quero falar do meu salvador. Como uma mulher solteira, posso entrar em lugares que outros não podem. Eu sou capaz de ter uma agenda que não é interrompida por outros. Eu sou capaz de ter uma agenda que é planejada pelo Senhor, assim como é mais fácil para mim ter os meus planos “interrompidos” pelo Espírito Santo. Eu escolhi correr essa corrida porque eu tenho sido cativada pelo meu Amado e Ele não está à esquerda ou à direita, mas à frente. É um caminho estreito a seguir. Ele pode ser solitário e desencorajador algumas vezes, mas com o Senhor como nosso sustentador e fundamento da nossa alegria, vejo que vale a pena segui-lo. Ele não é desse mundo e muitos não o entenderão. Esse chamado requer sacrifício, riscos e compromisso, mas Ele é digno de tudo e quando você chega a essa conclusão, você considera uma honra ir e derramar a sua vida entre pelo menos um desses povos. Nós temos uma linda história que nos foi confiada e não podemos ser egoístas em mantê-la apenas para a nossa América do Norte que já tem acesso à ela.

Um missionário trabalhando nas fronteiras do Tibet escreveu essas impressionantes palavras: “Os olhos dos cristãos deveriam se voltar instintivamente para as terras fechadas ao Evangelho nessa era missionária assim como os olhos de um exército conquistador se voltam contra os poucos remanescentes postos avançados do inimigo que resistem aos vencedores e dificultam a completa vitória; sem quais o chefe comandante é impossibilitado de fechar a campanha.”
-Robert Hall Glover

 “Sem reservas. Sem recuar. Sem ressentimentos.” – William Borden (influenciado pelas missões aos muçulmanos na China)

 “Quando o mundo ver milhões de cristãos ‘aposentados’ derramando as últimas gotas de suas vidas com alegria pela causa dos povos não alcançados e com uma visão voltada para o céu, então a supremacia de Deus brilhará.”
-John Piper

“Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos; E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro. E todos os anjos estavam ao redor do trono, e dos anciãos, e dos quatro animais; e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus, Dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ação de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, para todo o sempre. Amém.”

Original em: http://www.faimission.org/a-call-to-single-women-to-dig-in-the-middle-east

Texto de  Sarah Racine

Tradução feita por Igor Sabino


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

UMP INDICA: Mulheres em Apuros

Neste livro, a autora Martha Peace apresenta orientações bíblicas para as mulheres, casadas ou não, através de textos claros, objetivos e de simples leitura. Temas como fofoca, difamação, táticas de manipulação, vaidade e sobre os males do feminismo. Tudo isto à luz da Bíblia, o que é mais importante. Indispensável.

Iris Bernardo

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Como aproveitar ao Maximo a Pregação do seu Pastor

Você já se flagrou…
• acordando no domingo de manhã desejando não ter que ir à igreja?
• tendo dificuldades em manter-se acordado durante o culto?
• sonhando acordado durante a mensagem, ou fazendo mentalmente uma lista de afazeres enquanto o pastor está pregando ?
•procurando defeitos na mensagem ou no pregador em sua mente ou não aprendendo nada com o sermão?
• desejando que o seu pastor fosse mais _____?
• esquecendo-se do que se tratava a mensagem antes de chegar em casa da igreja?

Se nós não estamos nos beneficiando do ministério da Palavra que é proclamada publicamente em nossas igrejas locais, a culpa pode não residir naquele que proclama a Palavra. Ela pode estar em nossa disponibilidade para ouvir, receber, e responder à Palavra.
Como você pode preparar seu coração para aproveitar ao máximo a pregação do seu pastor?
 1. Ore por seu pastor enquanto ele se prepara para o domingo. Ore para que a agenda dele esteja livre de distrações desnecessárias. Ore para que Deus dê a ele compreensão no que a Palavra quer dizer.  Ore para que Deus fale com ele pessoalmente por meio da Palavra e que ele responda com humildade e obediência. Ore para que Deus o ajude a comunicar a verdade claramente,  com liberdade, paixão e poder.
2. Se o seu pastor está pregando em serie de um determinado livro da Bíblia, separe um tempo durante a semana para ler antecipadamente e meditar no texto. Peça a Deus que fale ao seu coração antes mesmo de você ouvir a mensagem.
3. Prepare-se para o culto público na noite anterior. Desligue a TV, limite atividades sociais e faça coisas que irão cultivar seu apetite pela Palavra de Deus.
4. Peça a Deus que prepare o seu coração para a pregação da Palavra. Arrependa-se de qualquer pecado que Deus te revelar, e livre-se das coisas que estão no caminho da Palavra na sua vida.
5. Peça a Deus que te dê um senso de antecipação. Vá à igreja pedindo a Deus que encontre-se com você. Espere ouvir dEle e estar diferente quando você sair.

Durante o serviço
1. Participe—Você precisa estar lá. Você não vai aproveitar a igreja se não for.
2. Chegue à igreja cedo o suficiente para gastar alguns minutos preparando silenciosamente o seu coração antes do serviço para o culto. Ore para que Deus atue – no seu pastor, no seu coração, em outros corações – e renda o seu coração para tudo o que Deus disser.
3. Não seja um espectador. Participe plenamente em cada parte do serviço. Isso significa que quando é hora de cantar – cante. Quando é hora de orar – ore. Quando é hora de dar – dê.
4. Enquanto o sermão está sendo pregado, abra a sua bíblia e acompanhe. Se o seu pastor se referir a outras referências, acompanhe.
5. Ouça atentamente a leitura e pregação da Palavra. Tente fazer contato visual com o pastor. Faça uma expressão de aprovação! Isso não apenas ajuda o pastor a saber que as pessoas estão ouvindo e conectando, mas isso também te ajuda a permanecer alerta e focado.
6. Ouça humildemente a pregação da Palavra. Peça a Deus que seja um renovo. Se o seu coração for humilde, seu foco não estará em avaliar a mensagem ou como ela é entregue; você deixará a mensagem te avaliar.
7. Tome notas.  Anote coisas sobre as quais Deus falou com você; realce pontos que o Espírito aplicou no seu coração e na sua vida. Tome essas notas em casa, e trabalhe nelas mais tarde.
8. Não faça do seu pastor um prisioneiro de expectativas irreais. Seu pastor não tem que entreter, ser hipnotizante, dramático, ou contar diversas histórias para ser eficaz. Você é abençoado se ele é um homem de Deus que é humilde, ama a Palavra, e abre a Palavra e busca torná-la clara.  O poder está na verdade, e não no mensageiro.

Após o serviço
1. Peça a Deus que te dê pelo menos uma coisa para guardar da mensagem —um conceito chave, ou um versículo que você pode rever durante a semana. Anote, assim você não vai esquecer.
2. Enquanto ainda está fresco na sua mente (antes de você sair da igreja, no caminha da igreja até em casa, antes da refeição seguinte ao serviço, etc.), discuta a mensagem com outras pessoas. Compartilhe como Deus falou com você.
3. Seja um praticante da Palavra e não somente um ouvinte (Tiago 1:22). Aplique o que você ouviu no domingo à vida real, circunstâncias  do dia-a-dia e situações ao longo da semana.

Tornando isso pessoal
  • Você estima grandemente, respeita, e reverencia a Palavra de Deus (Ne. 8:5; Sl.138:2)?
  • Você prepara o seu coração para ouvir a palavra de Deus ( Sl. 119:18)?
  • Você encontra deleite em ouvir à Palavra proclamada?
  • Você ouve atentamente quando a Palavra está sendo lida ou pregada (Ne. 8:3; Sl. 85:8)?
  • Você espera que Deus fale com você sempre que ouve a Sua Palavra proclamada?
  • Você tem um espírito disposto a aprender (Sl. 25:9)?
  • Você treme diante da Palavra de Deus (Is. 66:2; Ed 9:4)?
  • Você ora por aqueles que proclamam a palavra a você, que eles sejam puros, vasos ungidos de Deus (1 Ts. 5:25)?
  • Quando a Palavra é pregada, você está consciente de que não está ouvindo palavra de homens mas a palavra de Deus (1 Ts. 2:13)?
  • Você tem  um compromisso em obedecer qualquer coisa que Deus te mostrar da sua Palavra (Mt. 7:24; Tg 1:22–25)?
  • Você responde em fé, isto é, agindo de acordo com a palavra que você tem ouvido (Hb. 4:2)?
  • O seu coração é um solo fértil que recebe a Palavra e produz fruto  (Lc 8:15)?
  • Você está disposto a deixar a mensagem te julgar em vez de você julgar a mensagem?
  • Você toma a mensagem de forma pessoal (Tg 1:22)? Ou você está mais focado em como isso se aplica à pessoa que esta sentada perto de você?
  • Você passa adiante para os outros o que você tem aprendido da Palavra de Deus (2 Tim. 2:2)?
  • Você expressa apreciação e gratidão por aqueles que ministram a Palavra de Deus à você (Gal. 6:6; 1 Ts. 5:12-13)?
Nancy Leigh DeMoss

Publicado originalmente em: http://www.mulherespiedosas.com.br/como-aproveitar-a-pregacao-nancy/

Intercâmbio feito por Laryssa Lobo
https://www.facebook.com/laryslobo