sábado, 29 de junho de 2013

Evangelizar: Esta Tarefa É Imperativa

“Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho! 1 Co 9:16”

Existe muitos estudos nos seminários e comissões denominacionais sobre a apatia da atual igreja com a tarefa da evangelização. Há poucos anos, mesmo quando no norte e nordeste ainda existia uma forte perseguição católica, os esforços para alcançar todos os menores espaços que fossem com a pregação do evangelho era uma prioridade das igrejas como um todo e de cada crente em sua ação individual.

Em nosso tempo, o tele-evangelismo e os projetos evangelísticos tem sido a resposta das igrejas. A tarefa de indo pelo mundo pregar o evangelho a todas as pessoas se tornou mais um dos programas da igreja e, já que eu colaboro com outros, um dos quais eu posso descansar e deixar outros trabalharem no meu lugar.

No entanto, não pregar o evangelho é pecado. Não é apenas uma leve falta, uma omissão ou um desafio, é pecado. Se você não crê assim, que é seu dever e responsabilidade pregar o evangelho, usando todos os meios ao seu dispor para que a propagação do evangelho alcance desde sua própria casa até os confins do mundo, você realmente não precisa evangelizar. Você precisa ser evangelizado.

A maior ilusão dos crentes de nosso tempo é a liberdade de escolha. Se alguém é verdadeiramente cristão não tem escolha, a necessidade de pregar é imposta, é imperativa. Ou fazemos isso com todo nosso coração, alma, forças e entendimento, ou estamos em franca e clara desobediência a Deus. Evangelizar é uma ordem, ou é obedecida ou é desobedecida, não existe outra situação diante da voz de comando do nosso Rei, foi o Senhor dos Exércitos que nos deu a missão.

Diante disso, primeiramente devemos nos arrepender e confessar. Devemos meditar na gravidade da nossa situação diante de Deus, afinal nossa ofensa é tão grande quanto a quem ofendemos e nesse caso é o nosso Senhor que nos salvou, dando sua própria vida na cruz, e assim nos resgatou e comprou do pecado e do inferno, para nos santificar para seu uso exclusivo.

Em segundo lugar devemos ajudar-nos uns aos outros, nos esforçando e nos incentivando mutualmente para realizarmos essa obra. Nem todos na igreja tem o mesmo dom e o mesmo ministério, mas é na cooperação de todas as partes que a comunidade como um todo completa a tarefa de anunciar as boas novas de Jesus Cristo. Mesmo um apóstolo como Paulo que operou tantos milagres e prodígios, não fazia a obra missionária por si só, mas sempre se associava com companheiros de serviço.

Em terceiro lugar devemos dar toda glória a Deus, a justificativa de toda ação evangelística deve ser a adoração. Quantas pessoas pelo mundo em nosso tempo que deveriam estar conosco louvando e glorificando a Deus, mas "como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: "Como são belos os pés dos que anunciam boas novas! Rm 10:14-15".


Gleidson Lacerda Medeiros
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