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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Não, Caio Fábio, Jesus Não É Sua Chave Hermenêutica

Nas primeiras vezes que eu li o texto da Grande Comissão e vi Cristo dizendo que deveríamos ensinar os discípulos a obedecer tudo o que Ele ordenou, eu fiquei me perguntando onde o resto do Novo Testamento entrava nisto. Não bastaria ficarmos com aquilo que Cristo falou, e só? Se temos os ensinos do próprio Deus-Filho registrados, para que mais palavras de homens mortais? Com pouco tempo de fé, pude encontrar boas respostas para meus questionamentos infantis. Porém, muitas pessoas ainda estão confundidas com este assunto. Um exemplo de promotor deste tipo de confusão é Caio Fábio, que hoje tem arrebanhado para sua religião muitos seguidores e fiéis:
Eu estou em Jesus, eu não estou na Bíblia. [...] O cara que quiser que Jesus e a Bíblia toda deem certo tá danado. [...] Pela Bíblia é melhor a gente acabar esse programa porque está todo mundo danado. [...] eu não ando [conforme o texto bíblico], tanto quanto Jesus [...]. Quem quer andar com Jesus, é assim. Quem quer base bíblica, vira fariseu, joga pedra.[1]
Em outro lugar, Caio Fábio diz que aquilo na Escritura que não está afirmando ou que 1. Jesus é Deus, ou que 2. somos pecadores, não passa de capricho ignorando por Cristo:
É estranho como Jesus e os apóstolos não usaram a Bíblia como argumento de fé [...] Afinal, a Bíblia jamais seria a apologia de Jesus; posto que Jesus fosse o Verbo vivo e falando o que a Bíblia nem poderia sonhar em falar, revelar e dizer… Cristãos que vivem para defender a Bíblia ainda não conheceram Jesus mesmo! [...] Da Bíblia o que se pode dizer é que ela é fiel como Palavra apenas porque afirma que Jesus é Deus e eu sou dos pecadores o principal! O mais é um diletantismo ao qual Jesus jamais teria tempo e animo para se dar… Depois que o Evangelho entrou em mim a Bíblia passou a ser apenas um Testemunho, mas não o Testemunho! Sim, pois em mim o Testemunho é o do Espírito! [2]
Em outro momento, concordando que o Jesus dos evangelhos não se parece nada com o Jesus que Paulo apresenta em Romanos 9-11, chamando esta posição de “simples, sábia e sensata”, Caio Fábio diz que estes capítulos são “um apêndice de um surto paulino” que não se parece com nenhum outro escrito ou com a prática de Paulo. “Na minha opinião, Romanos 9, 10 e 11 são totalmente dispensáveis. Sabe porque? A descrição de Paulo, tentando explicar o inexplicável, criou uma bananosa filosófica”. Ele ainda diz que as palavras negativas do texto, como “odiou”, não cabem, pois “não parecem com o todo de Jesus”. “Eu prefiro ficar com Jesus, que não sendo Paulo”, pregou coisas diferentes. “Isso é o poder dessa chave hermenêutica”, diz ele. ”Meu amigo Paulo, eu lamento muito que você tenha tentado fazer essa viagem. Você não tinha nem linguagem. Você não tinha adequação”. ”É uma conversa que tem a ver com a dimensão de um homem judeu, psicologicamente maltratado, frustrado, perseguido, magoado”. Ele diz que vê, neste texto, “o surto do Paulo judeu”. Ele chama ainda, esta atitude de Paulo de uma “gafe” que empobreceu e enfeiou Deus. “quando Paulo coincide com Jesus, Paulo tá com tudo, quando Paulo fala como Paulo, eu olho um homem, um tempo, uma relatividade, uma circunstância”. Ele, literalmente, lança várias repreensões e conselhos ao apóstolo Paulo em vários momentos do vídeo [3].
A prerrogativa que ele e seus discípulos usam para tal posição é que eles possuem Jesus como chave-hermenêutica. Para eles, isso significa que só deve ser aceito como verdade Bíblica aquilo que for semelhante à imagem que eles possuem de Cristo. Se qualquer outro trecho da Escritura ensinar algo que, porventura, não pareça pertencer ao Cristo, então deve ser considerado anátema.
O que Caio Fábio e seus pupilos não conseguem perceber é que ter Jesus como nossa chave hermenêutica significa que nós vamos ler toda a Escritura procurando como cada ensino, cada doutrina e cada livro se relaciona com o Plano maior de Deus na redenção de Cristo, e não que vamos solapar tudo aquilo que não gostamos na Escritura com a desculpa de que “Jesus não pregaria isso”. Assim, uma constatação torna-se inegável: praticamente todos que advogam ter Jesus como chave hermenêutica são ímpios que leem a Escritura desconsiderando tudo aquilo que suas mentes carnais odeiam. Você encontra esta loucura nos blogs e comentários de tais homens. Ter Cristo como chave hermenêutica deveria nos motivar a encontrar como a história do Evangelho está prefigurada, confirmada, anunciada, ilustrada ou ensinada em cada página da Bíblia, e não nos fazer arrancar da Escritura tudo aquilo que a gente acha que Jesus não diria. Aqueles que dizem que as palavras de Jesus são mais importantes que as de Paulo, não entenderam as palavras de Jesus.
Eu, sinceramente, não entendo como uma pessoa inteligente pode cair em erro tão crasso. A igreja está fundamentada na doutrina dos Apóstolos (Ef 2:20). Nós não vimos Jesus pessoalmente, eles sim. Por isso que Pedro e João podiam falar sobre “as coisas que vimos e ouvimos”, pois eles estavam lá, e atestaram com sangue o que pregaram. Assim, como alguém comentou no meu Facebook certa vez, só pode ser um louco aquele que cisma em separar o ensino Bíblico do ensino de Jesus, a autoridade bíblica da autoridade de Jesus e a visão bíblica da visão de Jesus. Os discípulos precisam de toda a Escritura, e não de parte dela. É um verdadeiro insulto a Jesus dizer que nada, a não ser parte do que foi registrado de Sua Revelação ao longo da história bíblica – a encarnação – vale a pena considerar como Palavra do Senhor. É como se dissessem que amam tanto suas esposas que não se importam com as mães, amigos, família, conversa ou qualquer coisa que não seja ela própria. Estes caem na condenação de Jesus, através de Paulo, quando condena aqueles que, dizendo ser apenas de Cristo, se recusavam a ouvir o que diziam os apóstolos (ver 1 Co 1:10-17).
Cristo prometeu aos seus apóstolos não apenas que o Espírito Santo os faria “lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14:26), mas também que o Espírito Santo “vos ensinará todas as coisas” (Jo 14:26) e “vos guiará a toda a verdade” (Jo 16:13). Os apóstolos receberam de Cristo, através do Espírito, mais daquilo que o Senhor desejou que soubéssemos. O próprio Jesus deixou claro que ensinaria mais aos Apóstolos mesmo após Sua morte e ascensão. Paulo deixa isso claro aos Gálatas: “Irmãos, quero que saibam que o evangelho por mim anunciado não é de origem humana. Não o recebi de pessoa alguma nem me foi ele ensinado; pelo contrário, eu o recebi de Jesus Cristo por revelação” (Gl 1:11-12). É por isso que o apóstolo Pedro podia dizer que “o mandamento do Senhor e Salvador” foi “ensinado pelos vossos apóstolos” (2 Pe 3:2), além de dizer que os escritos de Paulo estavam equiparados com todo o Antigo Testamento, chamando-os de “Escritura” (2 Pe 3:16). Paulo podia dizer: “Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo” (1 Co 14.37). O apóstolo agradecia a Deus sem cessar pelos Tessalonicenses: “ao receberem de nossa parte a palavra de Deus, vocês a aceitaram não como palavra de homens, mas segundo verdadeiramente é, como palavra de Deus” (1 Ts 2:13). Paulo ensinava “não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo Espírito” (1 Co 2:13). Paulo não poderia ser mais claro: “Cristo fala por meu intermédio” (2 Co 13:3).
Outros livros também entram neste escopo. O próprio Paulo, em 1 Timóteo 5:17,18 diz fazer uma citação da “Escritura”, e segue fazendo duas referências: uma a Deuteronômio 25:4 e outra a Lucas 10:7 (usando até o mesmo fraseado grego)! Para o apóstolo, os escritos neotestamentários dos evangelhos também eram Palavra de Deus. Tanto os Evangelhos como as Epístolas no Novo Testamento vêm a nós com a autoridade de Jesus, e Ele quer que nós ensinemos essas coisas aos discípulos.
“Somos seguidores de Cristo ou de Paulo?”, podem perguntar alguns. “Como podemos seguir o ensino de outros homens além de Jesus?”, já me foi questionado. Respondo, com sinceridade, que Cristo é meu único Senhor. No entanto, tudo o que sabemos sobre Cristo vem de Paulo e dos outros discípulos de Cristo. Se não acreditarmos nestes, não nos sobra nada dAquele. Como alguém pode dizer que só segue Jesus, e não os apóstolos, se todos os registros que possuímos sobre Jesus provêm dos apóstolos e de seus companheiros? Cristo nunca escreveu sobre si. Tudo o que temos sobre Ele passou pela mão de seus discípulos primitivos.
Crer em Jesus está definitivamente ligado a crer nos Apóstolos e em seus companheiros. Se você não acredita na doutrina de Paulo, de Tiago, de Pedro, de Lucas, de Marcos, de Mateus, de João e de Judas, como você pode acreditar nos registros que alguns deles fizeram do Messias? Se Paulo disse algo em Romanos ou aos Coríntios que foi fruto de seus preconceitos ou de sua criação judaica, por que ele não poderia ter feito o mesmo ao instruir Lucas em seu registro do Evangelho? Se Pedro não é digno de toda a nossa confiança, ou se sua doutrina é inferior ou secundária, como podemos dar tanta atenção àquilo que Marcos aprendeu dele e registrou no Evangelho? Se Tiago poderia errar, por que não Mateus? Se João se enganou em suas epístolas ou no Apocalipse, por que acreditamos em seu registro da vida do Logos? A verdade que muitos tolos ignoram é que, ou você aceita o Novo Testamento por completo, até a última letra, ou você não tem Jesus, não tem cristianismo, não tem Bíblia, não tem fé e não tem salvação. Ou temos o Novo Testamento por completo ou não temos Testamento nenhum.
Deve-se admitir, então, que se vamos ter uma religião não doutrinária, ou uma religião doutrinária fundamentada meramente em verdades gerais, isso significa que não somente temos que nos livrar de Paulo, da igreja primitiva de Jerusalém, mas também de Jesus.[4]
Infelizmente, ainda há, em pleno século XXI, quem tente opor Jesus aos outros escritores bíblicos. Como disse Gresham Machen, tem-se a impressão que o liberal substitui a autoridade da Bíblia pela autoridade de Cristo. Tal homem diz que não pode aceitar o que ele considera um ensino imoral do Antigo Testamento ou um argumento sofisticado de Paulo, em oposição os simples e morais ensinos de Jesus. Assim, ele se considera o mais puro verdadeiro cristão, uma vez que, rejeitando todo o restante da Bíblia, ele só depende de Cristo[5].
Paulo deixa claro que as suas epístolas também são coisas que Jesus agora nos ordena, de tal modo que “aquele que rejeita estas coisas não está rejeitando o homem, mas a Deus” (1 Ts 4:8). Você entendeu bem o que acabou de ler? Você nega a Deus se ignora todo o escopo do Novo Testamento! Como comenta Thomas Edwards: “Quem se recusa a ouvir os apóstolos de Cristo recusa-se a ouvir o próprio Cristo e atrai sobre si seu descontentamento”[6]. Homens como Caio Fábio e sua corja, que tratam o que é revelado após Jesus como contaminado com o machismo, judaísmo ou o diabo estão, na verdade, negando a Deus. O destino dos que tal coisa fazem é certo e inequívoco, a menos que se arrependam de sua blasfêmia. Parafraseando o que o Dr. Jay E. Adams diz sobre Paul Tillich, durante uma das suas preleções na Conferência Fiel para Pastores e Líderes, em 1989: “Ler ou ouvir um sermão de Caio Fábio é ouvir o que o inimigo tem a dizer”[7].


[1] FÁBIO, Caio. Pra eles, sou um herege, pois eles estão na bíblia, e eu estou em Jesus! Disponível em: <http://youtu.be/GuCjSuACYMc>. Acesso em: 3 jun. 2013.
[2] FÁBIO, Caio. A Bíblia serve a Jesus, não Jesus à Bíblia! Disponível em: <http://www.caiofabio.net/conteudo.asp?codigo=05222>. Acesso em 5 jun. 2013.
[3] FÁBIO, Caio. Caio, esse trecho da carta de Paulo não parece com Jesus. Por isso odeio a Jesus! Disponível em: <http://vimeo.com/75018092>. Acesso em 28 set. 2013.
[4] MACHEN, Gresham. Cristianismo e Liberalismo. São Paulo, SP: Sheed Publicações, 2012, p. 43.
[5] Ibidem, p. 68.
[6] EDWARDS, Thomas. A commentary on the first epistle to the Corinthians. London: Hodder & Stoughton, 1903, p. 384.
[7] Referência muito bem lembrada por Alan Rennê Alexandrino Lima, no Facebook.

Yago Martins

Intercâmbio feito por Rodrigo Ribeiro

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Como Não Idolatrar meu Namorado?

Como fazer pra que a pessoa com quem você está nunca se torne, em nenhum sentido, mais importante na sua vida do que Cristo? Porque no começo dos relacionamentos, geralmente, as pessoas ficam tão entusiasticamente apaixonadas que acabam deixando que a pessoa, mesmo sem perceber, se torne um ídolo. Como resolver isso?

***

Para mim, é complicado falar sobre “começo de relacionamento”, uma vez que só comecei um namoro na vida, quando eu tinha 15 anos e continuo nele até hoje. Então, vou me basear mais no que eu observo no decorrer do meu namoro e no que eu pude observar no namoro de alguns amigos que já aconselhei (muitos destes, relacionamentos que findaram em fracasso).

Acredito, a priori, que tudo começa com uma visão correta da importância de Cristo. Uma vez que você tem Cristo como o centro de sua existência e vê Nele o sentido de tudo o que existe, você não deixa nada tirar a pessoa de Jesus do altar que há no seu coração. Se o trono está ocupado, ninguém pode sentar lá. Então, lute para pôr Cristo no altar e nada conseguirá tomar o lugar Dele.

Em segundo lugar, precisamos de uma visão correta do relacionamento em si. Precisamos entender que nossa felicidade não depende de estar ou não com a outra pessoa, mas estar com Cristo – ainda que o outro seja uma fonte constante de alegria e perdê-lo cause dor sem tamanho. A longo prazo, Cristo é a felicidade, não o outro; e ter o outro sem ter Cristo é como ter uma moeda que não é mais válida ou como ter um cartão de crédito, mas estar em uma loja sem a maquininha. Aquilo tem valor, mas se torna inútil, pois o que dava o real significado daquilo não está lá.

Em terceiro lugar, creio que precisamos de uma visão correta de nós mesmos. Se entendermos bem para quê fomos chamados e aquilo que temos em Cristo, e compreendermos profundamente a inconstância de nosso coração, saberemos como lidar com as tolices de nosso interior corrupto. De modo que, ao olharmos nossa própria pecaminosidade, vamos buscar cada vez mais a Cristo em oração, na Sua palavra, e buscaremos fugir do mal – o que nos deixará mais firmes para raciocinar e sentir corretamente a luz do Evangelho, o que impedirá de elevarmos o outro como algo mais importante que o próprio Deus.

Três breves testes práticos:

1. Imagine que o namoro acabou. Qual seria sua reação?  Normal responder com sofrimento desesperador e excruciante, mas consegue imaginar uma vida sem a pessoa amada? Ou suicídio é uma opção? Ou acha que nunca mais vai sair de casa na vida? Acha que vai simplesmente definhar e morrer para sempre? Se toda a sua existência está nas mãos desta pessoa, é provável que algo esteja errado.

2. Se ele/ela te dissesse: “vou sair da igreja, ou sai comigo ou termino”, qual sua escolha? Se houver pelo menos um titubear, um único momento de dúvida, uma fagulha de incerteza, é melhor questionar seu coração sobre este assunto: abandonar a fé por um relacionamento não deveria nem ser uma opção.

3. Vocês vivem em devassidão constante? É normal que relacionamentos tragam lutar contra o pecado é bastante comum que, muitas vezes, os casais tropecem pelo caminho, mas vocês vivem na prática constante e ininterrupta do pecado, sem qualquer crescimento em santificação e não estão dispostos a terminar o relacionamento por isto? Então você está dizendo que prefere a prática do mal com seu namorado do que a comunhão com Cristo.

Yago Martins
Publicado Originalmente em: http://yagomartins.com/2012/12/como-nao-idolatrar-meu-namorado/

Intercâmbio feito por Rodrigo Ribeiro

sábado, 10 de agosto de 2013

Qual o Problema da Ênfase Ministerial em Mega-Igrejas e Mega-Eventos? Com a Palavra Carl Trueman

Me preocupa o fato de que um movimento baseado em mega-igrejas, mega-conferências e mega-líderes, faça à igreja um desserviço de uma maneira muito importante que passa despercebido em meio de toda a energia e empolgação: ele cria a ideia de que a vida eclesiástica sempre será grande, espalhafatosa e emocionante, e deste modo, dá-se aos membros e aos candidatos ministeriais expectativas irrealistas a respeito da vida cristã normal. 

No mundo real, muitos, talvez a maioria de nós prestam culto e trabalham em igrejas de 100 membros ou menos; a vida não é espalhafatosa e empolgante; coisas grandes não acontecem todo domingo; os orçamentos são incrivelmente apertados e mal são o suficiente para o modesto salário de um pastor. A cada Dia do Senhor nós passamos pelas mesmas rotinas de cultos de adoração, de ouvir o evangelho proclamado, de tomar a Ceia do Senhor, de ensinar na Escola Bíblica Dominical; talvez várias vezes por ano fazemos panfletagem pela vizinhança com pouquíssimos resultados; no Natal, fazemos um coral na rua e entregamos convites e talvez duas ou três pessoas de fato comparecem; mas não importa - nós prosseguimos, doando e orando como pudermos; tentamos ser fieis com os poucos que nos foram confiados. 

É chato, é rotina, é a mesma coisa entra ano, sai ano. Portanto, em um mundo onde a empolgação, a celebridade, e o poder cultural são os ideais, é tentador no meio das circunstâncias da vida eclesiástica habitual esquecer que isso, a rotina do habitual, o chato, o lento e pesado é, na verdade, a norma para a vida eclesiástica e tem sido assim na maioria dos lugares, na maior parte da história da igreja; aqueles mega-quaisquer-coisas são a exceção, não a regra; e que a igreja tem sobrevivido através das eras não apenas - ou mesmo primariamente - por causa das exibições de pirotecnia de proeminência dos grandes e bons, mas por causa da fidelidade das pessoas terrenas, anônimas, ordinárias, que constituem a maior parte da igreja e que executam os trabalhos desagradáveis e tediosos que precisam ser executados. A história geralmente não registra seus nomes; mas a probabilidade é que você cultua em uma igreja que deve tudo, humanamente falando, a tais pessoas.

Carl R. Trueman

Extraído de uma citação do Facebook.
Tradução: Yago Martins.

Rodrigo Ribeiro

sábado, 20 de julho de 2013

A bíblia defende o julgamento? Com a palavra Yago Martins





Felipe Medeiros

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

UMP INDICA: Uma Oração de Ano Novo (Vlog do Yago)


Neste dia tão especial e de tantas reflexões, indicamos um vídeo produzido pela vlog do Yago, editor do Voltemos ao Evangelho e Cante as Escrituras. Que esta oração também seja a sua, e que em 2013 possamos todos ter um ano com muita graça vinda do alto, para abençoarmos a vida das pessoas ao nosso redor, trazendo os valores do reino de Deus para perto de nossos irmãos mais próximos, e abençoando também a nossa nação.

Não irei me alongar no discurso, pois o vídeo já fala por si só. Obrigado pela agradável companhia neste ano que está se acabando, e que possamos continuar caminhando juntos no ano vindouro! 

Aqui está o link do vídeo. Deus o abençoe:


Rodrigo Ribeiro
@rodrigolgd