Mostrando postagens com marcador promessas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador promessas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de junho de 2014

As Credenciais de Jesus

"De acordo com a promessa, Deus levantou a Israel um Salvador:. Jesus" Atos 13:23

Guardo em minha alma, a bem-aventurança destas palavras. Jesus não é apenas Salvador de Israel, Ele viveu plenamente, em todos os pontos, que gloriosa descrição, mas aqui somos levados a descobrir as suas credenciais. Este é o mandado da fé. Eu acredito em Jesus. Por quê? Ele traz consigo o nome, a autoridade, a comissão de Deus Pai. Jesus é a nomeação, a promulgação, o método que Jeová enviou para a salvação. Que doce pensamento! De modo que, somado a tudo o que eu vejo no Senhor Jesus, adaptado para o meu caso e das circunstâncias, aqui eu vejo Jesus, como dom do Pai, o Pai do enviado, o ungido do Pai, cheio de graça e de verdade.

Jesus é, portanto, a grande promessa da Bíblia; Pois nele se envolveu e continha todas as promessas. E vejo também, que Deus, nosso Pai, era, e é, o grande Prometedor. E eu vejo que Deus não só deu essa rica Salvador para os pobres pecadores, mas, segundo a sua promessa, levantou-o também dos mortos, quando ele fez sua alma como oferta pelo pecado, para abençoá-los, porque é dito, "que ele foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitou para nossa justificação". Se Deus levantou a Israel este Salvador, o que você sabe sobre ele? Você já sentiu a sua necessidade de um Salvador? Você aceita um Salvador do seu Pai? Jesus é o seu Salvador? Você está vindo com ele para a salvação? Agora quando Deus, o Pai, o ressuscitar, e Ele aparecer para você em toda a sua beleza, na sua salvação adequada e completa?


Robert Hawker

Traduzido e Editado por: Laryssa Lobo


ORIGINAL EM: http://www.puritansermons.com/pmp/pmp0824a.htm

terça-feira, 7 de maio de 2013

A Guerra pelas Palavras


As palavras são essenciais na comunicação. Nem todos tem aflorado o dom da mímica, de modo que se fossemos depender da linguagem não-verbal, muitos seriam encerrados no cativeiro da ignorância e grandes ideias iriam se perder em meio a gestos não compreendidos. Mas o perigo da dissonância entre a mensagem falada e a recebida também afeta o mundo das palavras, e o problema muitas vezes começa no conceito delas próprias.

Na teologia isto também acontece e não é de hoje. Na época em que eclodiu a reforma protestante, houve uma questão inevitável: qual era a igreja verdadeira? A igreja católica ou as novas igrejas protestantes? Para responder esta pergunta ambos os grupos se valeram das mesmas palavras, fazendo referência aos antigos credos, indicando que teriam as marcas da verdadeira igreja: unidade, universalidade, apostolicidade e disciplina.

Ocorre que enquanto a Igreja Romana afirmava que era universal porque estava, como instituição, em expansão por todo o mundo, e era apostólica porque o papa era o sucessor direto de Pedro, a igreja reformada, afirmava que sua universalidade consistia no fato de que a igreja não se vincula a nenhuma nação ou povo, mas era composta pelos eleitos, de todos os povos, lugares e épocas, e que era apostólica porque tinha como fundamento a doutrina dos apóstolos.

Apesar da confusão semântica os reformadores entenderam a importância destas palavras e não abdicaram de usá-las, lutando para que ficasse revelado o seu correto significado. No entanto esta não é a postura de muitos em nossos dias, pois assim como em vários outros períodos na história da igreja, ensinamentos errados e heréticos tem invadido nossos templos e tem levado ao cativeiro palavras preciosas, mas a nossa postura tem sido diferente dos homens do passado. Temos perdido a partida por W.O. Consentimos com o rapto e assim nos tornamos cúmplices deste delito!

A doutrina da prosperidade se difunde no evangelicalismo brasileiro, e nós simplesmente, a fim de evitar qualquer associação com estes pensamentos, largamos mão desta palavra bíblica, fugindo dela ao máximo, entregando-a de mãos beijadas aos salteadores, esquecendo que ela faz parte da revelação de Deus nas suas escrituras, e por isso não podemos abandoná-la. A verdadeira prosperidade, que é a satisfação em Deus (Salmo 16:11), a alegria com contentamento (1 Tm .6-8), não pode desaparecer de nossos púlpitos. Devemos resgatá-la e proclamá-la sem medo, purificando o conceito e afastando de todo o materialismo mundano. Imagina o desastre que seria se em decorrência da extorsão provocada por homens impiedosos, excluíssemos do nosso meio o dízimo e as ofertas? O pecado de terceiros não nos dá permissão para omitir as verdades da palavra de Deus.

A mesma situação ocorre com palavras como vitória e promessas, que já tão desgastadas e violadas pelo discurso triunfalista barato, de um evangelho antropocêntrico, que visualiza Deus como um grande e poderoso amuleto para obter as benesses materiais e emocionais desejadas. Mas estes desvios não nos autorizam a expulsar de nossos arraiais estas palavras! O cristão é vitorioso em Cristo (1 Co 5:17), aliás é mais do que vencedor (Romanos 8:37), e a sua vitória é maior e melhor que qualquer situação existencial: nossa vitória é escatológica, no final de tudo, venceremos com Cristo ! Esta verdade não pode ser guardada ou evitada, assim como não podemos negligenciar as maravilhosas promessas de Deus que nada tem a ver com profetadas humanas, mas que são verdadeiros mananciais bíblicos de esperança e paz, como por exemplo a maravilhosa promessa que ele estaria conosco até a consumação dos séculos (Mateus 28:20), que todas as coisas cooperam para o nosso bem (Rm 8:28) e que se confessarmos o nosso pecado ele irá nos perdoar (1 João 1:9). Aqueles que desejam promessas menores que esta, feitas apenas por homens, que fiquem com elas, mas não privemos o povo de Deus de ouvir as promessas genuínas e inigualáveis da parte de Deus!

Existem outros casos que podem ser citados, como a equivocada aversão dos recém-convertidos ao calvinismo com a palavra escolha, não percebendo que esta doutrina não anula a decisão do homem, mas afirma que esta sempre será na direção oposta a Deus, se o Espírito não o vivificar. Esta é uma postura que é compreensível quando se trata de neófitos, mas é completamente descabida àqueles que já trilham há muito tempo no percurso das doutrinas da graça. Eis mais um exemplo de palavras que devem ser retirados do exílio.

Enfim, que possamos olhar para o exemplo dos reformadores e de tantos outros cristãos comprometidos com a ortodoxia ao longo da história, que combaterem as heresias, mas que não abandonaram as palavras que o próprio Deus usou, as deixando na boca dos lobos vorazes e dos tolos teológicos. As palavras são importantes, pois é a través dela que o evangelho é proclamado. Resgatemo-nos para Deus, restaurando seu significado real e glorificando nosso Pai sem perder a guerra que começa no dicionário e termina na vida espiritual.

Rodrigo Ribeiro
@rodrigolgd

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

FELIZ 2013




Mas a terra que passais a possuir, é terra de montes e de vales; da chuva do céu beberá as águas; terra de que cuida o Senhor, vosso Deus; os olhos do Senhor; vosso Deus estão sobre ela continuamente, desde o principio até o fim do ano.” (Dt 11,11,12)
Como habitualmente fazemos a cada final de ano, refletimos quanto aos fatos que marcaram nossas vidas.

Sem sombra de dúvidas é absolutamente salutar podermos desfrutar de momentos de introspecção nesta caminhada que denominamos existência. São em momentos assim onde de forma livre, leve, solta e descompromissada com o tempo que tanto nos pressiona durante o ano, que colocamos as nossas experiências na balança da vida. E como todos sabemos, é ali pesando prós e contras, que comumente aprendemos através de erros e acertos os melhores caminhos a serem traçados no ano que aproxima.
Em contra-partida, a aproximação de um novo nos proporciona uma série de expectativas. Na verdade, cada um de nós é tentado a desenvolver uma forte preocupação quanto ao desconhecido. Quem poderá dizer o que teremos pela frente? Que mudanças virão? Que novas experiências, Que necessidades?
No mundo em que vivemos é natural que sejamos tomados pela apreensão e ansiedade quanto ao dia de amanhã. Entretanto, ainda que incertezas marquem esse tempo, ainda que a economia deste país precipite-se morro abaixo, ainda que a terra trema, tenho absoluta convicção que 2013 poderá ser um ano diferenciado para todos aqueles que depositarem suas expectativas em Deus. 

O Senhor nosso Deus nos deu uma terra por herança. Por acaso você já se deu conta disso? Isso é maravilhoso! Montes e vales, vitórias e derrotas, sombras e luzes, fazem e sempre farão parte da nossa cotidianidade. Contudo, é indispensável a nós cristãos que em qualquer situação depositemos a nossa esperança em Deus. Junte a isso o fato de que os olhos do Senhor estão sobre o seu povo durante todo o tempo. (os olhos do Senhor; vosso Deus estão sobre ela continuamente...) Ou seja, a sua promessa é de que do primeiro ao último dia ano Ele se faria presente. (desde o principio até o fim do ano) Em outras palavras, isto nos aponta a promessa de cobertura total, ou a certeza de que ele nunca nos abandonará diante da possibilidade de “sinistros” na nossa caminhada vindoura.
Confie no Senhor, deposite aos seus pés, seus sonhos, desejos e experimente graciosamente o seu amor e carinho.

Um feliz e abençoado 2013

Soli Deo Gloria,
Pr. Renato Vargens


Originalmente publicado em : http://renatovargens.blogspot.com.br/2012/12/feliz-2013.html




Intercâmbio feito por:       

        Felipe Alexandre Medeiros silva
          felipe_seven7h@hotmail.com