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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

UMP INDICA: O Fenômeno dos Desigrejados: Causas e Soluções (Bispo Walter MacAlister)

Nessa pregação o Bispo Walter MacAlister fala sobre o recente tema e problema das pessoas que estão fora da igreja. Ele traz alguns pontos para a reflexão como: pessoas que vão à igreja, mas não estão na igreja, pessoas que não vão à igreja e pessoas que acreditam que está em uma igreja é só assistir um culto. Diante dessas reflexões são feitas exposições bíblicas sobre o mandamento das Escrituras que é que devemos ter comunhão com irmãos em uma igreja local e servir a Cristo nessa unidade. Pregação um pouco longa, mas que vale a pena ser assistida!


LARYSSA LOBO
https://www.facebook.com/laryslobo

segunda-feira, 29 de julho de 2013

UMP INDICA: Eu Não Entendo a Trindade

Você tem dificuldades em entender o conceito de trindade apresentado nas Escrituras Sagradas? Fique calmo, você não está só! Neste vídeo simples, objetivo e rico em informações o Bispo Mcalister nos conduz de forma resumida sobre os conceitos da trindade no Antigo e no Testamento, assim como traça um breve panorama na história da igreja, demostrando que este assunto de fato vai além da nossa compreensão, e que ocasionou acaloradas debates ao longo dos séculos.

Ainda assim é possível compreendermos o que a bíblia nos revela acerca da trindade, e este respeito o vídeo ainda tece algumas considerações até mesmo devocionais sobre este assunto tão complexo e interessante de nossa Fé. Cristã.

Assista e seja extramente edificado e provocado a estudar mais sobre o assunto, mas sempre com a devida cautela, pois estará pisando em solo santo. Sempre que não conseguimos compreender nosso Deus, que é infinitamente superior a nós, devemos fugir da tentação de especular sobre o que a bíblia não esclarece, curvando os joelhos e adorando o nosso Supremo Criador.

Veja o vídeo:

Rodrigo Ribeiro

quarta-feira, 27 de março de 2013

Esperança para o Coração Partido


Admiro as pessoas que vivem felizes. Não sei como conseguem, mas admiro. Tenho amigos que parecem passar pelas coisas da vida, algumas muito difíceis, e ainda conseguem manter um otimismo infatigável. Não sei se são assim porque realmente nunca entenderam o que está lhes acontecendo ou se simplesmente foram criados desse jeito. Para alguns, Deus parece ter dado um coração resiliente, capaz de receber os socos da vida e mesmo assim não se ferir.

Você é assim? Se for o caso, que bom. Não é o meu caso. Estou me aproximando da terceira idade com um coração frágil. Sempre fui destemido, nunca fugi de um desafio ou de fazer o que fosse necessário. Mas isso não quer dizer que não haja sequelas.

O que me aconteceu? Não vem ao caso, foram tantas coisas. Basta dizer o que meu pai me disse um dia: “O mesmo sol que derrete manteiga endurece concreto.” E o meu coração não é de concreto.

Estamos no meio da Semana Santa. Em poucos dias estaremos nos lembrando do dia em que o Nosso Senhor foi preso, torturado e crucificado nu em uma cruz. O sofrimento partiu-lhe o coração. Quando o soldado o feriu com a lança, saiu água e sangue misturado. Já ouvi dizer que isso aconteceu porque o seu coração havia literalmente partido. Mas Jesus sofreu tudo pela alegria que lhe esperava: fazer a vontade do Pai. Ele sabia que tudo era parte do plano perfeito de Deus e que ele seria restaurado para a glória. Sim, ele tinha certeza da ressurreição.

Tudo é suportável, desde que haja esperança. E foi nessa esperança que ele bebeu do cálice da ira de Deus — o mesmo cálice que pediu que passasse dele, quando orava e pranteava no Jardim de Getsêmani. Destemido, ele enfrentou a ira do mundo e de Deus. Não fez com que sofresse menos. Mas fez com que fosse suportável. Ó, quanto sofrimento ele suportou! Jamais alguém sofreu o que ele sofreu, nem antes, nem depois. Foi traído, abandonado, preso e torturado. Na cruz chegou a bradar “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” Todavia, quando terminou tudo, disse “está consumado.” Afirmou que havia terminado o que viera fazer. Todavia, como prometido em Salmo 16, o Pai não o abandonou no sepulcro. Não deixou que seu filho visse a sofresse decomposição.

Essa é minha esperança. Após tudo, os que estão em Cristo têm um encontro marcado. A morte foi vencida. A vitória do Senhor será nossa. Um dia não haverá mais choro, dor, lágrimas, traição, cansaço ou tentação. Um dia não haverá mais falsidade, sujeira, corrupção, discussão, controvérsia ou frustração. Um dia não haverá mais violência, injustiça ou incompreensão. Até a natureza celebrará. As árvores baterão palmas e os montes irromperão em canção. O pecado será banido. A morte terá sido vencida de uma vez por todas. Os que estão em Cristo serão levados para um descanso eterno. Em apenas um segundo, uma vida inteira de lágrimas será apagada. E, então, pelo resto da eternidade seremos tomados por júbilo — a alegria eterna e incontida de quem foi resgatado das garras da morte e do mundo sombrio e tenebroso.

Domingo nos lembraremos do dia da ressurreição de Nosso Senhor. Porque ele vive, posso crer no amanhã. Hoje o coração dói. Choramos sim. Mas, porque ele vive, sei que isso não passa de uma leve e momentânea tribulação, quando comparado a uma eternidade com ele.

Na paz,
+W

Bispo Walter McLister
Publicado originalmente em: http://www.waltermcalister.com.br/site/esperanca-para-o-coracao-partido/

Intercâmbio feito por Rodrigo Ribeiro

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Posso ouvir música que não seja cristã? Com a palavra Walter MacAlister








Felipe Medeiros
felipe_seven7h@hotmail.com

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Gospel de Rapina


Soube hoje que as Igrejas Cristãs Nova Vida, da qual sou o Bispo Primaz, foram notificadas de que teriam de pagar direitos autorais pela execução de músicas de “louvor” nos seus cultos. Cada uma de nossas igrejas ficaria, assim, responsável por declarar o número de membros e a frequência aos seus cultos, para que fosse avaliado o imposto a ser pago ao Christian Copyright Licensing International (CCLI), sociedade que realiza a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. Por sua vez, o CCLI repassaria o valor devido aos compositores cujas músicas estão cadastradas.

São poucas as vezes em que me vejo sequestrado por um assunto do momento aqui no blog. Tenho como norma pessoal não me deixar levar pelas “últimas”.  Já há bastante alvoroço em torno de assuntos efêmeros e não precisam da minha voz para somar à confusão instaurada por “notícias” e controvérsias. Não obstante essa regra que tento seguir, não posso me calar ante esse fato. Já deixei passar algumas horas até que a minha revolta se acalmasse, para que, no seu lugar, pudesse me expressar com clareza e me reportar às Escrituras como regra. Pois, em meio ao transtorno, ninguém se contém e acaba por pecar pelo excesso. Isso não quer dizer que me sinta menos convicto sobre o que tenho a dizer, mas quero realmente trazer uma perspectiva lúcida.

Comecemos pelo que constitui o direito autoral e o porquê da sua existência. Seria justo que alguém lucrasse pelo trabalho, a inspiração e a arte de outro sem que o autor da obra participasse dos lucros? Certamente que não. Cada emissora de rádio, show ou outro tipo de empreendimento com fins lucrativos deve prestar a devida parcela do seu lucro a quem ajudou a produzir essa arte.

Por outro lado, a Igreja é um empreendimento com fins lucrativos? Não – segundo a definição do próprio Estado brasileiro. Ela goza de certos privilégios, na compreensão de que a sua atividade é religiosa, devota e piedosa e, sendo assim, sem fins lucrativos. Que muitos “lucram” em nome da Igreja ninguém duvida. Mas, em termos estritamente definidos pela legislação, não é um empreendimento que tenha como finalidade o lucro.

Louvar a Deus é uma atividade que gera rentabilidade? Também não. Quando cantamos ao Senhor, estamos nos expressando a Deus em sacrifício santo e agradável a Ele (se bem que não caem nesta categoria muitas das músicas que doravante serão objeto de taxação, por decreto-lei). Mas, para manter o fio da meada desta reflexão, suponhamos que as músicas adocicadas, sem fundamento em qualquer real princípio cristão, emotivas e, em alguns casos, passionais (para não dizer sensuais) sejam realmente louvor (algo que tenho tentado ensinar a nossa denominação que não são).  Cantar essas músicas traz lucro para a igreja? A resposta énão. A igreja não lucra. Não há um centavo a mais caindo nas salvas porque cantamos uma música de uma dessas cantoras gospel da moda em vez de Castelo Forte. É possível fazer um culto fundamentado apenas nas músicas riquíssimas do Cantor Cristão e da Harpa Cristã (para não falar nos Vencedores por Cristo, cuja maioria das canções não recai sobre este novo decreto-lei).

Esses cantores e essas cantoras têm o apoio de empresários da fé. Homens que também lucram absurdamente às custas da boa-fé de pessoas a quem prometem uma vida de lucro pelo seu envolvimento. Não me surpreende ver a lista de “notáveis” que apoiam essa iniciativa.

Agora, esses cantores que se venderam para emissoras de televisão, que ganham fortunas nas suas turnês “gospel” e pela venda de incontáveis CDs e DVDs, não estão satisfeitos. Querem mais. Querem “enterrar os ossos”. Tornaram-se mercadores da fé, e com essa última cartada, suas máscaras caem por terra. Que máscaras? As que fazem com que acreditemos que eles realmente creem que o culto é para Deus somente. Para eles, a igreja não passa de fonte de lucro. A igreja não passa de um negócio. Sim, porque, por essa ação, afirmam não acreditar que a igreja seja uma assembleia de sacrifício. Para eles, a igreja é uma máquina de dinheiro. Sua eclesiologia é clara. Suas lágrimas de comoção são teatro. Seus gestos de mãos erguidas não passam de encenação.

A despeito do meu repúdio por esse grupo de músicos “cristãos”, fico grato a eles por uma razão. Tenho tentado ensinar a denominação que lidero a ser mais criteriosa na escolha das músicas cantadas nos cultos. Por força da popularidade desses “superastros do louvor” a pressão da juventude e dos músicos da igreja tem sido quase insuportável. Então cantam as músicas sem devocionalidade real deles e delas para o enlevo de pessoas que nem precisavam confessar Jesus para cantá-las com comoção. Graças ao mercantilismo dos tais, vou emitir uma circular para as nossas igrejas em que instruirei todas a pagar os direitos autorais devidos caso queiram insistir em usar as referidas músicas da moda em seus cultos.

Os que não querem fazer parte desse mercado de rapina receberão uma lista compreensiva de músicas que continuam sendo de domínio público, inclusive as que compus e pelas quais nunca recebi nem quero receber um centavo. Graças a Deus, são os bons e velhos hinos que têm conteúdo e substância, confissão e verdadeiro testemunho do Evangelho. Há centenas de hinos antigos que vamos tirar das prateleiras e redescobrir. Podemos aprendê-los e retrabalhá-los para torná-los atuais aos nossos dias, com arranjos interessantes. Músicas escritas por santos e não por crianças. Músicas escritas para a glória de Deus e não para lucro sórdido. Sim, falei sórdido. Pois os atuais já lucraram com o que é legítimo. Agora vão atrás do resto. É um gospel de rapina. Sinto-me na necessidade de tomar um banho, pois essa história me forçou a passear pelo lamaçal onde esses chafurdam para encher a própria barriga – que é o seu deus, afinal.

Que bom que já me acalmei, pois realmente tinha vontade de dizer muito mais.

Na paz,
+W

Bispo Walter MacAlister

Intercâmbio feito por Guilherme Barros

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

UMP Indica: Conferência A Bíblia Hoje


Exclusivamente nesta semana teremos duas indicações, pois não poderíamos deixar de mencionar este grande evento que abençoara a nossa Cidade. A Igreja Cristã Nova Vida, de Campina Grande, irá organizar dos dias 08 a 10 de dezembro, a Conferência A Bíblia Hoje. Se não bastasse o tema importantíssimo, ainda contaremos com grandes homens de Deus que certamente trarão mensagens bastante edificantes.

Você de Campina, das cidades circunvizinhas, ou até de mais longe caso possa vir, não pode deixar de participar desta conferência, que terá preletores de alto nível, como Hermister Maia e o Bispo Mc. Alister que estarão também na Consciência Cristã em fevereiro. Além do mais, teremos também Franklin Ferreira, que não participará do encontro em fevereiro, o que torna esta oportunidade de ouvi-lo expor as Escrituras Sagradas mais importante. 

Seja edificado conosco!

Rodrigo Ribeiro
@rodrigolgd