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terça-feira, 24 de março de 2015

Eis que estou convosco: O ensinamento da Páscoa na última ceia



Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
João 16:33

e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.
Mateus 28:20 b

            Desde o capítulo 13 até o 17, existe um longo discurso de Cristo que tem por objetivo preparar os discípulos para a sua partida eminente, sendo necessário consola-los e prometer um outro consolador, uma parte do Pai que estaria com eles a ensina-los, fazendo lembrar de tudo o que Ele os havia ensinado (cap. 14:26). É interessante, como a presença de Jesus por todo aquele tempo, todas as suas palavras e ensinamentos de maneira repentina seria tomada e os discípulos de repente se viram às vésperas da partida daquele que significava tudo para eles.
É imaginável que o sentimento solidão os inundava ao entenderem a notícia da partida de Jesus. Eles estariam órfãos e não somente isto, além de se verem numa situação da predição da morte do Mestre, ainda são informados que passariam por aflições enquanto estivessem nesse mundo. Embora tenha sido mais uma notícia que provavelmente os entristeceu, antes disto Cristo havia ensinado várias lições que os ajudariam em sua nova caminhada cristã.
No capítulo 13, Cristo deu exemplo de humildade ao cumprir uma tarefa que era dever dos empregados do cenáculo: lavar os pés dos discípulos. John MacArthur comentando um texto da última ceia[1], diz que lavar os pés dos discípulos foi além de um exemplo de humildade, foi também um exemplo da verdadeira santidade, de forma que:
A lavagem externa nada vale o coração estiver contaminado. E o orgulho é uma prova segura da necessidade de uma limpeza do coração. Cristo tinha feito uma observação semelhante para os fariseus em Mateus 23.25-28. Agora ele lavou os pés dos discípulos, ilustrando que até mesmo crentes com corações regenerados precisam ser lavados periodicamente da corrupção externa do mundo.
            Na intensificação da preparação para os discípulos para a sua ida, Cristo os lembra que as aflições do mundo podem ser superadas com humildade e santificação. Nesse processo de santificação, era necessário vigiar e estar periodicamente se lavando de todo o pecado. Porque o que é o pecado se nada mais do que considerar que a minha forma de fazer algo é melhor que a de Deus? Isto é de longe humildade. A santificação passa por um processo de cotidianamente negar a si mesmo. Cristo afirma que mesmo sendo Mestre e Senhor (cap. 13:14-15) lavou os pés para que ele fosse tomado como exemplo. Cristo é Senhor, mas foi o menor servo, negando a si mesmo como exemplo. Em sua partida, todos os seus não estariam órfãos desse exemplo, pois o Consolador estaria com eles para os lembrar disto tudo.
            Após o lava-pés os discípulos voltam a ceiar e Jesus indica que será traído por um dos próprios discípulos. O verso 22 conta que os discípulos olharam uns para os outros, como quem analisa, mas não foram capazes de saber sobre quem Jesus se referia. Porém a lição aqui talvez fosse mais pessoal, semelhante ao que Paulo escreve na primeira carta aos Coríntios (11:28-32), Cristo estava promovendo um exame introspectivo, um julgamento que cada um deveria fazer de si mesmo sobre seus pecados ao lembrar que o Salvador de suas vidas houvera deixado aquele sacramento como lembrança de que ele voltaria para buscar os que são realmente seus. Essa análise deve ser diária, contudo sabemos que ela ganha mais intensidade quando nos lembramos do sacrifício do nosso Senhor na cruz.
Na continuação do discurso, Cristo enfatiza o escrito de Levítico 19.18 sobre o amor ao próximo. Algumas bíblias tem o título dessa passagem como “o novo mandamento”, mas aqui não há nada de novo, o texto de Levítico é bem claro: Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor”. Aqui é ensinado que os que amam uns aos outros são reconhecidos como discípulos de Cristo, porém não é qualquer amar com qualquer amor, talvez o sentido de “novo mandamento” seja no sentido de amar “assim como eu vos amei” (verso 34). O padrão aqui se torna mais elevado, pois o vinculo do amor é uma obrigação aos que fazem parte do Corpo de Cristo, a prova desse elevado padrão pode ser melhor entendida quando consola os seus discípulos no capítulo 15:13, Ele diz que ninguém tem amor maior do que dar a própria vida pelos seus amigos. Isso é magnífico, pois a comunhão com o irmão é um meio de graça para que as aflições do mundo possam ser vencidas. Cristo está conosco através de todos que são juntamente Corpo!
Chegando no capítulo 16, há um conforto para todos os cristãos, prometendo o Espírito Santo, o consolador, aquele que convenceria o mundo do pecado, da justiça e do juízo (verso 8). Era necessário que Ele morresse para que sua presença fosse oferecida a todos que cressem na Sua justiça. Para que muitos de todas as tribos, povos e raças pudessem partilhar das mesmas bênçãos que os apóstolos desfrutaram durante a presença de Cristo encarnado. Agora, era necessário que Ele fosse para que todos os salvos fossem confortados com a promessa “eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28:20b). Seu corpo físico seria morto, mas Ele mesmo estaria com cada cristão até a sua volta triunfal, mesmo em meio às garantidas aflições que todos, sem exceção, haverão de viver. Contudo veja, mesmo no caminho de sua morte, Jesus já sabia que a sua vitória estava garantida. Que esplêndido! Era a morte da morte na morte de Cristo!
Ele esteve conosco, está e sempre estará como prometeu. Ele é digno de toda honra e poder, venceu a morte e virá para nos buscar. É este Cristo que ensinou tudo isto para que tenhamos paz nele, nós nunca passamos por aflições sozinhos porque Deus está sempre em ação, e mesmo que pareça que Ele não está respondendo, Ele está ao seu lado dando força nas mais diversas situações, através da sua Palavra, da comunhão dos santos, do seu Espírito. Ele está vivo, Ele ressuscitou!

[1] MACARTHUR, John. A morte de Jesus. Cultura Cristã, p. 36-53.

Felipe Medeiros

felipealexandremedeiros@outlook.com

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

UMP INDICA: Ouro de Tolo (John MacArthur)

O livro "Ouro de Tolo? Discernindo a Verdade em uma Época de Erro", editado por John MacArthur e publicado pela Editora Fiel em 2006, nos apresenta bases bíblicas para refutarmos vários erros que se apresentam como palavra de Deus nos dias de hoje e tem levado muitos ao engano. Em seus 12 capítulos, são discutidos temas como Pregação Superficial, A nova Perspectiva sobre Paulo, Apelo no Culto, Política, Consumismo, entre outros temas.

De leitura agradável e ao mesmo tempo profunda, esta coletânea nos traz luz sobre muitos temas importantes de nosso dia-a-dia , o que temos com isso e o que a Palavra de Deus nos orienta acerca dos assuntos trabalhados. Boa leitura e que Deus nos dê discernimento.

Neste link você encontra a Revista Fé para Hoje n ° 29, de 2006, na qual o último artigo é a introdução do livro "Ouro de Tolo?"

http://issuu.com/editorafiel/docs/revistafeparahoje29/38?e=0/2194965

Presb. Cícero da Silva Pereira


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

UMP INDICA: Deus - Face a Face com Sua Majestade (John MacArthur)

No inicio das Institutas Calvino afirma que o verdadeiro conhecimento, sólido e confiável flui de uma correta compreensão acerca dos atributos de Deus e da nossa condição humana. E concordando com esta máxima a UMP indica este livro do Pr. John MacArthur que se revelou como uma ferramenta graciosa para conhecer um pouco mais daquilo que Deus revelou sobre si mesmo nas Sagradas Escrituras.

Pela providência de Deus, este foi o primeiro livro que estudamos no grupo de estudos da UMP da IV e fomos extremamente impacto pela verdades bíblias apresentadas nele, não somente acerca dos atributos de Deus mas também por causa da reflexão consequente ao contemplarmos nossas limitações. A leitura de cada capítulo nos constrange com a grandeza de Deus e nos humilha como pecadores que somos.

Mas tal conhecimento só ressalta a grandeza da graça de Cristo que nos torna filhos deste Deus tão maravilhoso que é Onipresente, Onisciente, Onipotente, Soberano, Misericordioso, Pai, Justo, que se Ira com o pecado e que é digno de ser Adorado.

Conheça mais o nosso Deus triuno com este livro extremamente bíblico, e que ainda dispõe de um excelente guia de estudos o que auxilia bastante aqueles que desejam estudar o material em grupo. Certamente será um tempo edificante.

Leia um trecho e adquira esta obra:
http://www.editorafiel.com.br/produto/5074997/Deus-Face-a-Face-com-Sua-Majestade
 

Rodrigo Ribeiro
Facebook: https://www.facebook.com/rodrigo.ribeiro.14811

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Podemos Achar Respostas Confiáveis Dentro de Nós Mesmos? Com a Palavra John MacArthur

Se devemos olhar para dentro de nós, tentando entender a nós mesmos como uma forma de resolver nossos problemas, estamos numa situação sem esperança. Jeremias 17.9-10 diz: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos”. A resolução de problemas por meio do auto-exame resulta em respostas enganosas. Quando buscamos dentro de nós mesmos as respostas, conseguimos mentiras.
O pecado em nós se inclina contra Deus. Por causa dele, nosso coração mente a nós sobre o que realmente somos. Ele exalta-nos aos nossos próprios olhos e absolve-nos da responsabilidade pelo pecado. Provérbios 16.2 diz: “Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o Senhor pesa o espírito.”
[..] Enquanto sentamos e tentamos descobrir o que está dentro de nós, nossos corações nos dizem mentiras. Podemos esperar que um terapeuta descubra as mentiras que lhe dizemos e, depois, nos diga o que devemos fazer com nossos corações enganosos? A quem estamos iludindo? Somente Deus pode testar, avaliar e saber a verdade a respeito do coração de qualquer pessoa.
 
·         Nossa suficiência em Cristo – John MacArthur
 
Laryssa Lobo
https://www.facebook.com/laryslobo

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O Pragmatismo Evangélico e o Declínio da Mensagem Bíblica


Pragmatismo é a noção de que o significado ou o valor é determinado pelas consequências práticas. É muito similar ao utilitarismo, a crença de que a utilidade estabelece o padrão para aquilo que é bom. Para um pragmatista/utilitarista, se uma determinada técnica ou um curso de ação resulta no efeito desejado, a utilização de tal recurso é válida. Se parece não produzir resultados, então não tem valor.
O pragmatismo tem suas raízes no darwinismo e no humanismo secular. É inerentemente relativista, rejeitando a noção dos absolutos – certo e errado, bem e mal, verdade e erro. Em última análise, o pragmatismo define a verdade como aquilo que é útil, significativo e benéfico. As ideias que não parecem úteis ou relevantes são rejeitadas como sendo falsas.
Quando o pragmatismo é utilizado para formularmos juízos acerca do certo e do errado ou quando se torna a filosofia norteadora da vida, da teologia e do ministério, acaba, inevitavelmente, colidindo com as Escrituras. A verdade espiritual e bíblica não é determinada baseando-se no que “funciona” ou no que não “funciona”. Sabemos por intermédio das próprias Escrituras, por exemplo, que o evangelho frequentemente não produz uma resposta positiva (I Co 1:22-23; 2:14). Por outro lado, as mentiras satânicas e o engano podem ser bastante eficazes (Mt 24:23-24; II Co 4:3-4). A reação da maioria não é um parâmetro seguro para determinar o que é válido (Mt 7:13-14), e a prosperidade não é uma medida para a veracidade (Jó 12:6). O pragmatismo como uma filosofia norteadora do ministério é inerentemente defeituoso e como uma prova para a veracidade é satânico.
Para muitos, a quantidade de pessoas nos cultos tornou-se o principal critério para se avaliar o sucesso de uma igreja, aquilo que mais atrai o público é aceito como “bom”, sem uma análise crítica. Isso é pragmatismo.
Pior ainda, a teologia concede à metodologia lugar de honra. Na igreja contemporânea, tudo parece estar na moda, exceto a pregação bíblica! Assim, o pragmatismo representa para a igreja de hoje exatamente a mesma ameaça sutil que o modernismo representou há quase um século. O modernismo começou como uma metodologia, mas logo se tornou uma teologia singular.
Ao menosprezar a importância da doutrina, o modernismo abriu a porta para o liberalismo teológico, o relativismo moral e a incredulidade aberta! Se existe algo que a história nos ensina é que os ataques mais devastadores desfechados contra a fé sempre começaram com erros sutis surgidos dentro da própria igreja.
Por viver em uma época tão instável, a igreja não pode se dar ao luxo de vacilar. Ministramos a pessoas que buscam desesperadamente respostas; por isso, não podemos amenizar a mensagem ou abrandar o evangelho. Se fizermos amizade com o mundo, nos tornaremos inimigos de Deus. Se nos dispusermos a crer em artifícios mundanos, estaremos automaticamente abrindo mão do poder do Espírito Santo.
A fraqueza da pregação em nossos dias não brota de lábios excêntricos e frenéticos que discursam sobre o inferno; resulta de homens que comprometem a mensagem e temem proclamar a Palavra de Deus com poder e convicção. A igreja certamente não manifesta uma superabundância de pregadores sinceros e objetivos; de fato, ela parece repleta de ministros que adulam os homens (Cf. Gl 1:10).
Sutilmente, em vez de uma vida transformada, é a aceitação por parte do mundo e a quantidade de pessoas presentes aos cultos o que vem se tornando o alvo maior da igreja contemporânea.
Contudo, devemos estar conscientes de que tamanho de igreja não é sinônimo da bênção de Deus; e a popularidade não é barômetro de sucesso. O verdadeiro sucesso não é prosperidade, poder, proeminência, popularidade ou qualquer outro conceito mundano de sucesso. Sucesso genuíno é fazer a vontade de Deus apesar das consequências!
Muitos cristãos professos aparentam se importar mais com a opinião do mundo do que com a de Deus. As igrejas manifestam tanta preocupação em agradar os não-crentes, que muitas esqueceram que seu primeiro propósito é agradar a Deus (II Co 5:9). A igreja se contextualizou a tal ponto, que se deixou corromper pelo mundo.
Nós, que amamos o Senhor e à sua igreja, não devemos ficar assentados enquanto a igreja ganha ímpeto em direção ao declínio que leva ao mundanismo e ao comprometimento do evangelho. Homens e mulheres pagaram com seu próprio sangue o preço de passarem a nós uma fé genuína. Agora é a nossa vez de preservarmos a verdade; e esta é uma tarefa que requer coragem, sem compromisso com o erro. Trata-se de uma responsabilidade que exige devoção inabalável a um propósito muito específico!
PUBLICADO ORGINALMENTE EM: Refletindo.com http://refletindopontocom.blogspot.com.br via Minha vida em Cristo sem heresias.
John McArthur, Com Vergonha do Evangelho, (São José dos Campos, SP. Editora Fiel, 1997). Trechos selecionados dos três primeiros capítulos.
Intercâmbio feito por Rafaelle Amado

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Porque os crentes fiéis devem reagir aos intensos ataques dos falsos mestres? Com a Palavra, John MaCarthur.



A verdade esta sofrendo ataques intensos, e há poucos guerreiros corajosos dispostos a lutar. Quando estivermos em pé diante do tribunal de Cristo, os crentes da presente geração não poderão justificar a sua apatia, queixando-se de que a luta no conflito pela causa da verdade parecia “sobremodo negativa” para o tipo de cultura a qual vivíamos- ou afirmando que as questões eram meramente doutrinárias” e, portanto, não valiam o esforço.

Lembrem-se de que em Apocalipse 2 e 3, Cristo repreendeu as igrejas que toleravam falsos mestres em seu meio (2.14-16, 20-23). Cristo elogiou especificamente a Igreja de Éfeso por haver examinado as alegações de certos falsos apóstolos e tê-los desmascarado como mentirosos (2.2). As igrejas têm o nítido dever de guardar a fé e agir contra os falsos mestres que se infiltram nelas o próprio Cristo exige isto.

Ao mesmo tempo, precisamos notar, com cuidado que, uma defesa polêmica da fé não é, de modo algum, garantia de uma igreja saudável, e muito menos, de um cristão saudável. Cristo também repreendeu os crentes doutrinariamente sadios de Éfeso por abandonarem o seu primeiro amor (Ap 2.4). Por mais vital que seja o nosso alistamento na guerra pela verdade e na batalha pela nossa fé, mais importante ainda é lembrarmos por que estamos lutando- não meramente pela emoção de vencermos um inimigo ou ganharmos um argumento, mas por causa do amor genuíno a Cristo, que é a encarnação viva e dinâmica de tudo quanto considerarmos verdadeiro e digno de lutarmos em seu favor.

Macarthur, John. In: A guerra pela verdade. Traduzido por Gordon Chown. São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2008. pp. 27, 28.

Por Ericon Fábio

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

UMP Indica: Guerra Pela Verdade


Estamos vivendo em uma era que rejeita a verdade, que já não acredita mais na possibilidade alcança-la. Infelizmente esta filosofia tem influenciado algumas denominações "evangélicas", contrariando totalmente as Escrituras Sagradas.

O Pr. Jonh MacArtur confronta com coragem a filosofia pós-moderna, utilizando argumentos fortes, fazendo uma brilhante defesa da verdade. Assim como os demais livros desse autor, nesta obra podemos encontrar afirmações seguras, coerentes, por diversas duras, mas sempre amparadas na Verdade revelada por Deus em sua palavra, com inúmeras citações e exposições de textos bíblicos.

Recomendo este livro para toda a Igreja Protestante, pois a Palavra de Deus nos adverte que os falsos profetas já se introduzem sorrateiramente na igreja. Precisamos, com a Graça de Deus, lutar pela verdade.

Presbítero Aluísio Ribeiro
@aluisioribeiro1