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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

No natal, seja a manjedoura


Nessa época do ano é comum ouvirmos a expressão a “magia do natal”. Os comerciais, as canções natalinas, os cartões de final de ano, todos eles sempre remetem à magia que circunda a data do natal. Entretanto, o que viria a significar a palavra “magia”? Se formos ao dicionário encontraremos, pelo menos, duas definições: A primeira delas diz que magia é a religião dos magos; a segunda afirma que magia é a produção de atos extraordinários e sobrenaturais.

            Como se pode perceber, a palavra “magia” definitivamente não define a importância e a simbologia do nascimento de Cristo. Inclusive, a prática de magia é condenada na Bíblia, como podemos ler em Deuteronômio 18: 10-21: “Entre ti não se achará (..) nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti”.

            Ao contrário do que se enaltece durante o natal,que é esse sentimento de magia e a troca de presentes, a data, para todos nós que somos cristãos, é um marco do grande amor de Deus por nós e o início do restabelecimento de nossa aliança com Deus. O anjo da anunciação disse a José: “Maria dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mateus 1:2), demonstrando que o nascimento de Cristo é a expressão da graça benevolente e inestimável do Senhor para com os seus filhos.

            Nesse sentido, o natal não é uma data de mágica, mas uma expressão da graça divina para com as nossas vidas. O nascimento de Jesus é o grande presente imerecido que o Pai, misericordiosamente, derrama sobre nós. O nascimento de Cristo é também o nascimento de todos aqueles que O amam, como se lê em João 11: 25-26: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá”. 

            Natal é uma palavra que significa nascimento, mas para nós cristãos ela também significa certeza da vida eterna. O nascimento de Jesus e a sua morte na cruz nos garante isso. E, embora, nos dias atuais, a data do natal seja comemorada com luxuosos jantares e presentes, o Rei da nossa salvação veio ao mundo em uma simples manjedoura e morreu como a morte de cruz, dada a homens indignos, nos lembrando que as luzes do natal, as casas arrumadas, as ceias fartas de nada valem se a manjedoura do nosso coração não tiver acolhido o Senhor. Que no nosso natal o brilho da festividade do mundo não ofusque o grande favor imerecido que recebemos com a encarnação do Deus vivo e que possamos, alegremente, dizer: “Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lucas 2:14).

Andrea Grace

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Gospel de Rapina


Soube hoje que as Igrejas Cristãs Nova Vida, da qual sou o Bispo Primaz, foram notificadas de que teriam de pagar direitos autorais pela execução de músicas de “louvor” nos seus cultos. Cada uma de nossas igrejas ficaria, assim, responsável por declarar o número de membros e a frequência aos seus cultos, para que fosse avaliado o imposto a ser pago ao Christian Copyright Licensing International (CCLI), sociedade que realiza a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. Por sua vez, o CCLI repassaria o valor devido aos compositores cujas músicas estão cadastradas.

São poucas as vezes em que me vejo sequestrado por um assunto do momento aqui no blog. Tenho como norma pessoal não me deixar levar pelas “últimas”.  Já há bastante alvoroço em torno de assuntos efêmeros e não precisam da minha voz para somar à confusão instaurada por “notícias” e controvérsias. Não obstante essa regra que tento seguir, não posso me calar ante esse fato. Já deixei passar algumas horas até que a minha revolta se acalmasse, para que, no seu lugar, pudesse me expressar com clareza e me reportar às Escrituras como regra. Pois, em meio ao transtorno, ninguém se contém e acaba por pecar pelo excesso. Isso não quer dizer que me sinta menos convicto sobre o que tenho a dizer, mas quero realmente trazer uma perspectiva lúcida.

Comecemos pelo que constitui o direito autoral e o porquê da sua existência. Seria justo que alguém lucrasse pelo trabalho, a inspiração e a arte de outro sem que o autor da obra participasse dos lucros? Certamente que não. Cada emissora de rádio, show ou outro tipo de empreendimento com fins lucrativos deve prestar a devida parcela do seu lucro a quem ajudou a produzir essa arte.

Por outro lado, a Igreja é um empreendimento com fins lucrativos? Não – segundo a definição do próprio Estado brasileiro. Ela goza de certos privilégios, na compreensão de que a sua atividade é religiosa, devota e piedosa e, sendo assim, sem fins lucrativos. Que muitos “lucram” em nome da Igreja ninguém duvida. Mas, em termos estritamente definidos pela legislação, não é um empreendimento que tenha como finalidade o lucro.

Louvar a Deus é uma atividade que gera rentabilidade? Também não. Quando cantamos ao Senhor, estamos nos expressando a Deus em sacrifício santo e agradável a Ele (se bem que não caem nesta categoria muitas das músicas que doravante serão objeto de taxação, por decreto-lei). Mas, para manter o fio da meada desta reflexão, suponhamos que as músicas adocicadas, sem fundamento em qualquer real princípio cristão, emotivas e, em alguns casos, passionais (para não dizer sensuais) sejam realmente louvor (algo que tenho tentado ensinar a nossa denominação que não são).  Cantar essas músicas traz lucro para a igreja? A resposta énão. A igreja não lucra. Não há um centavo a mais caindo nas salvas porque cantamos uma música de uma dessas cantoras gospel da moda em vez de Castelo Forte. É possível fazer um culto fundamentado apenas nas músicas riquíssimas do Cantor Cristão e da Harpa Cristã (para não falar nos Vencedores por Cristo, cuja maioria das canções não recai sobre este novo decreto-lei).

Esses cantores e essas cantoras têm o apoio de empresários da fé. Homens que também lucram absurdamente às custas da boa-fé de pessoas a quem prometem uma vida de lucro pelo seu envolvimento. Não me surpreende ver a lista de “notáveis” que apoiam essa iniciativa.

Agora, esses cantores que se venderam para emissoras de televisão, que ganham fortunas nas suas turnês “gospel” e pela venda de incontáveis CDs e DVDs, não estão satisfeitos. Querem mais. Querem “enterrar os ossos”. Tornaram-se mercadores da fé, e com essa última cartada, suas máscaras caem por terra. Que máscaras? As que fazem com que acreditemos que eles realmente creem que o culto é para Deus somente. Para eles, a igreja não passa de fonte de lucro. A igreja não passa de um negócio. Sim, porque, por essa ação, afirmam não acreditar que a igreja seja uma assembleia de sacrifício. Para eles, a igreja é uma máquina de dinheiro. Sua eclesiologia é clara. Suas lágrimas de comoção são teatro. Seus gestos de mãos erguidas não passam de encenação.

A despeito do meu repúdio por esse grupo de músicos “cristãos”, fico grato a eles por uma razão. Tenho tentado ensinar a denominação que lidero a ser mais criteriosa na escolha das músicas cantadas nos cultos. Por força da popularidade desses “superastros do louvor” a pressão da juventude e dos músicos da igreja tem sido quase insuportável. Então cantam as músicas sem devocionalidade real deles e delas para o enlevo de pessoas que nem precisavam confessar Jesus para cantá-las com comoção. Graças ao mercantilismo dos tais, vou emitir uma circular para as nossas igrejas em que instruirei todas a pagar os direitos autorais devidos caso queiram insistir em usar as referidas músicas da moda em seus cultos.

Os que não querem fazer parte desse mercado de rapina receberão uma lista compreensiva de músicas que continuam sendo de domínio público, inclusive as que compus e pelas quais nunca recebi nem quero receber um centavo. Graças a Deus, são os bons e velhos hinos que têm conteúdo e substância, confissão e verdadeiro testemunho do Evangelho. Há centenas de hinos antigos que vamos tirar das prateleiras e redescobrir. Podemos aprendê-los e retrabalhá-los para torná-los atuais aos nossos dias, com arranjos interessantes. Músicas escritas por santos e não por crianças. Músicas escritas para a glória de Deus e não para lucro sórdido. Sim, falei sórdido. Pois os atuais já lucraram com o que é legítimo. Agora vão atrás do resto. É um gospel de rapina. Sinto-me na necessidade de tomar um banho, pois essa história me forçou a passear pelo lamaçal onde esses chafurdam para encher a própria barriga – que é o seu deus, afinal.

Que bom que já me acalmei, pois realmente tinha vontade de dizer muito mais.

Na paz,
+W

Bispo Walter MacAlister

Intercâmbio feito por Guilherme Barros

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O sabor amargo do Festival Promessas



Que mundo construímos? Quem é o inimigo?
Qual é a nossa religião? Não aprendemos a lição!
Como estamos longe de Deus... caminhamos para trás...
A cada vida ceifada por bombas lançadas daqueles que se dizem cristãos!
Não se engane!
(Musica De Deus não se zomba, Banda Fruto Sagrado, CD O que na verdade somos)

                No ultimo dia 10 de dezembro, a Rede Globo de Televisão realizou o chamado Festival Promessas, que se tornou um dos especiais de final de ano da emissora no dia 18 também de dezembro. O festival foi, digamos, a comemoração do premio Troféu Promessas, também promovido pela emissora. Reunindo cerca de 20 mil pessoas, 10% do esperado, o festival foi gravado no aterro do Flamengo, zona sul da cidade do Rio de Janeiro, contando com a participação de Pregador Luo, Diante do Trono, Eyshila, Fernandinho, Damares, Fernanda Brum e outros. O festival foi alvo de muitas criticas e o povo evangélico brasileiro esteve (e está) dividido quanto a aprovação do mesmo.

                Falando um pouco do público, que não foi o esperado. Especulou-se que a ausência de grandes nomes como o de Aline Barros e Cassiane foi o grande motivo da ausência das 200 mil pessoas esperadas. Argumento rebatido pelo fato de que o próprio Diante do Trono costumeiramente reúne publico até maior em seus shows a céu aberto. Outro ponto para justificar o baixo número foi a acessibilidade ao local, haja vista que o publico que o festival atinge é majoritariamente da classe B, C, D e E [1].  Isto é, como o aterro do flamengo é área nobre, a maioria das pessoas teria dificuldade para chegar ao local. Porém, se lembrarmos do show de Roberto Carlos ano passado na praia de Copacabana, que levou cerca de 1 milhão de pessoas em forte chuva, disto entendemos que quem gosta comparece.

                Ao que parece, as razões para a não aceitação da proximidade dos conhecidos globais são outras além de condições sociais, de infra estrutura ou de gosto musical. Das quais listo algumas:

1º - A globo realizou uma premiação quase que totalmente desvinculada das grandes denominações evangélicas, organizando o Troféu Promessas e o Festival Promessas;
2º - Digamos, o pé atrás que os mais conhecedores da palavra possuem com a globo;  
3º - O uso do apelo espiritual e gírias "gospeis" de origem doutrinária neopentecostal (totalmente duvidosas e questionáveis) enfaticamente usadas em todo o marketing dos eventos.

                O primeiro ponto por si só é esclarecedor, pois para quem acessou o site do evento, viu  no regulamento do troféu que um Comitê Gestor, responsável escolher os indicados, era composto pelas principais gravadoras e mídias gospeis[2]. Por aí se imagina que os critérios de indicações foram totalmente desvinculados das tendências de moda musical gospel atual (risos tendenciosos).

                Sobre esse segundo e terceiro ponto vamos observar a partir do próprio site do evento, afirmando que
 “Mais do que uma simples premiação, o Troféu Promessas torna-se instrumento para honrar a vida daqueles que se dedicam a exaltar fielmente o Senhor por meio da musica [...] Gerações foram impactadas pelas letras inspiradas de inúmeros cantores e grupos de louvor que iniciaram, há anos, uma história que se perpetua ao longo do tempo. As promessas de Deus têm se cumprido da musica evangélica. Prova disso são as composições inovadoras, mostrando que inspiração e unção fazem, sim, diferença na vida das pessoas.” [3]

Poder-se-ia argumentar facilmente que as justificativas para que a premiação exista são de caráter econômico e intere$$e no mercado fonográfico gospel, haja vista que com toda pirataria, os evangélicos ainda são um segmento que valoriza a compra de CDs originais. Ainda admitindo que a Globo teve a melhor das intenções com a criação do premio e exibição do festival, os que ainda estudam a bíblia e sabem distinguir o que é musica de qualidade e mesmo não tendo nascido há muitos anos, conseguimos lembrar do tempo em que cantávamos “distante de ti Senhor, não posso viver, não vale a pena existir” ou “pai eu me rendo diante da tua vontade”.

Ah! bons tempos em que se fazia ao menos um esforço para expressar o amor e submissão a Deus e sua vontade, mas os tempos mudaram e o que se vê hoje é “vão dizer que você nasceu pra vencer, que já sabiam que você tinha mesmo cara de vencedor ... quem te viu passar na prova e não te ajudou, quando ver você na benção vai se arrepender, vai estar entre a platéia e você no palco...” e não para por aí “minhas palavras liberam minha fé e o que declaro muda situações”.

Esses são apenas alguns exemplos das musicas do cenário gospel atual. Elas são as composições inovadoras relatadas na citação [3] acima, essas sim mostram os efeitos da inspiração e unção dos compositores fazem diferença na vida das pessoas... Realmente, o premio está justificado! Com a devida licença, vou fazer uso de um comentário que vi no facebook sobre o festival:

“O Evangelho foi pregado? Através de músicas como "Agora é só Vitória", "Sabor de Mel", "Sonhos de Deus" etc? Músicas antropocêntricas não evangelizam. Na verdade, trazem uma mensagem agradável ao ego humano! E não interessa aos seus intérpretes se utilizam textos descontextualizados para escrever canções tão tolas!
"Desde que pregue o Evangelho..." O de Jesus ou que foi inventado por aqueles que não querem se dobrar diante das imutáveis verdades das Escrituras!
[4]

                Deus é o que é, ele é o EU SOU!  Suas palavras e feitos serão conhecidos por todos, a própria natureza já o revela. O verdadeiro evangelho não precisa da Globo. Os cantores, músicos e compositores do evangelho da cruz visam a gloria de Deus e não reconhecimento. A Rede Globo precisa dos evangélicos, porém a recíproca não é verdadeira. Deus não é exaltado por festivais ou prêmios, nem tão pouco sua palavra é eficazmente pregada através de grandes ajuntamentos, mas é pregada eficazmente pela vida de quem traz as boas novas, o que na minha opinião, não condiz com a Globo.
               
                 O grande problema não é somente o evento em si ou as músicas entoadas, pois outros como este já aconteceram em outros momentos e vão acontecer como também ainda ouviremos muitos outros CDs no mesmo estilo antropocêntrico. O grande problema é a divulgação, em rede nacional, de um evento que NÃO REVELA o autêntico sentido de ser um cristão evangélico como também NÃO REVELA o autêntico evangelho da cruz e isto dá espaço uma imensidão de heresias além das que já existem. Ou seja, ao falar ou cantar atrocidades e besteirol gospel em nome de Deus está se prestando um desserviço ao reino de Deus e assim, servindo de pedra de tropeço para os fracos desconhecedores da palavra, que nesse Brasil imenso, não são poucos.

                Em poucas palavras, não considero o Festival Promessas como uma autêntica manifestação de um verdadeiro evangelho. Os argumentos estão acima. Leia e confirme-os na palavra!

Soli Deo Gloria
                

 por Felipe Medeiros - @felipe_ipb              



[1] ______________________. Economia das Religiões: Aspectos locais e ascensão social. Fundação Getulio Vargas. Agosto de 2011.
[3] Disponível em http://www.trofeupromessas.com.br/o-trofeu/ . Acesso dia dia 19 de dezembro de 2011.
[4] Disponível em http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=206047472812293&id=100002211256528 . Acesso dia 19 de dezembro de 2011.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

And The Oscar Goes To


Em dezembro, um dos especiais de fim de ano da Rede Globo de televisão será voltado ao público “evangélico”. Será o Troféu Promessas, que se trata de uma premiação aos melhores da música gospel. Talvez haja quem comemore tal evento como uma conquista do evangelho, ao conquistar espaço tão nobre. Mas vou numa corrente contrária a esta e acho que temos mais a lamentar do que comemorar numa hora como esta.

Os dons dados por Deus para a edificação do seu povo não deve servir como fonte de disputa. Agora os ministros do Senhor vão disputar entre si para ver de quem o povo gosta mais. Tenha a santa paciência. Já imaginou Davi e Asafe concorrendo na categoria melhor salmista? E Mateus, Marcos, Lucas e João, uma eletrizante disputa pelo troféu de melhor evangelista? E na categoria missionário, acho que teria até documento pedindo pra Paulo ser excluído do certame, pois aí seria covardia. Meu Deus, aonde chegaremos? Somos membros do corpo de Cristo, não para disputa, mas para complementaridade. Somos sua igreja que ele fez santa e imaculada para Si e não para disputa de prêmios e prestígio popular.
Antes de sentar em frente à TV para ver tal coisa, sugiro uma análise séria das escrituras, da razão pela qual Deus derrama dons e talentos no meio do seu povo e de como Ele requer toda glória e honra para Si. Ou seja, não há lugar para espetáculo, não há lugar para a centralidade do homem e muito menos para fazer negociata com as coisas de Deus.

Por fim, atente para a maioria dos músicos envolvidos no Troféu Promessas e analise a qualidade de suas músicas. Na maioria são letras centradas no homem, na teologia da prosperidade e numa musicalidade pobre e sem essência nenhuma. Por isso mesmo, são descartáveis. Se fizermos uma pesquisa, a maioria das pessoas não consegue dizer uma música desses “grandes cantores” com mais de 5 anos.
Há saída? Há. Muitos músicos cristãos buscam fazer sua arte com cuidado, esmero, qualidade e fidelidade às Santas Escrituras, e entendem que seu dom não é comércio, não é fonte de disputa e procuram glorificar a Deus. Aqui mesmo no UMP Indica já mostramos exemplos desses servos. Não vou citar nomes, mas você já ouviu falar em canções como “Essência de Deus”, “Situações”, “Portas Abertas”, “Rei das Nações” e outras tantas? Pois é. Basta procurar que a gente encontra.

Vamos em frente, na graça do Pai.


Presb. Cícero Pereira
@ciceroeiris