terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Deu no Jornal hoje; Deus no Jornal Hoje

Na edição de hoje do Jornal Hoje, uma seção intitulada jovens do Brasil discutiu sobre o problema do consumismo entre os jovens brasileiros. Entre vários testemunhos e estatísticas, o psiquiatra  Hermano Tavares dava orientações sobre compulsão por compras, real necessidade de algo e planejamento. Veja a entrevista completa em

O que mais me chamou atenção foi a fala dele na qual diz que o jovem ainda não tem o córtex pré-frontal bem desenvolvido. Esta região é responsável pelas tomadas de decisões levando em consideração o fator tempo. E nos ajuda a fugir das compulsões. O arremate dele é sensacional e abre as portas para o que eu quero falar. (veja a partir dos 24 minutos do vídeo) .Diz ele para os jovens:

    "Jovem, pega emprestado o córtex de teus pais".

Pronto.  A biologia afirma, através de nossa composição e desenvolvimento cerebrais, o que a Bíblia afirmou no quinto mandamento Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.  (Ex 20.5)

Filhos, é de vossa natureza necessitar da orientação de seus pais. Eles são agentes de Deus em nossas vidas. Ao olhar para eles, lembrem-se de que um Pai amoroso nos céus foi que os deu para te guiar, ensinar e nos conduzir. Precisamos deles, precisamos considerá-los. E honrá-los vai muito além de mero formalismo, mas de atentar às suas orientações, ensino e disciplina. E admitamos que  não dá pra viver sem eles. Além de seu amor, dedicação e esmero para nos dar e ensinar sempre o melhor, a nossa própria condição biológica nos manda honrá-los e ouvi-los, para o nosso próprio bem.

Pais, vejam as responsabilidades que temos, pois Deus colocou em nossas mãos a condução de uma pessoa para a vida, a fim de que nesta, o nome de Deus seja honrado e exaltado. Criemos nossos filhos no temor do Senhor, na sua graça e entendamos que eles são nossos filhos, não nossos escravos. O quinto mandamento também é para os pais. Orientem seus filhos sob a Palavra de Deus, a fim de que ele cresça sadio e entendendo o princípio da glória de Deus em todas as coisas. Não abandonemos nossos filhos. Eles precisam de nós. E que nisto vejamos o quanto nós precisamos do Pai Nosso que está nos céus.

Deus nos abençoe.

Presb. Cicero Pereira
@ciceroeiris


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

UMP INDICA: Evangelismo ao Ar Livre (Paul Washer)

Em meio à histeria provocada por mais uma vinda do Pastor Paul Washer ao Brasil, mais especificamente à 16° Consciência Cristã, indicamos este vídeo, traduzido pelo Voltemos ao Evangelho, onde podemos observar este servo de depois não como um famoso conferencista, mas como um evangelista, pregando ao ar livre no Peru, sem nenhuma pompa ou recursos mirabolantes, anunciando a palavra da Salvação. Que este exemplo nos toque e nos faça enxergá-lo da maneira humilde que este homem de Deus tem buscado ser.

Também é precioso observar este exemplo evangelístico em tempos onde o evangelho simples é rejeitado constantemente, em nome de luzes, marketing e estratégias mirabolantes e pragmáticas. Não precisamos de nada disso, pois temos a palavra, que é o poder de Deus para salvação.

Assista e seja edificado e confrontado por este exemplo:

Rodrigo Ribeiro

Ainda não é Agora


Meu lar (Palavrantiga)
“Meu lar está pronto
Mas ainda não é agora
Mas tenho que esperar
No amor, meu bem, espero.
Meu lar não está tão longe
Caminho sempre querendo encontrar
No tempo um lugar de eternidade
Meu lar já foi o beijo da noite
O abraço quente de uma bela estranha
Um tanto vulgar de um gosto sem paz
Na casa do tempo e fez pra acabar
Foi sem pai nem mãe
Foi sem irmão
Foi à rua, foi o medo.
Meu lar não está tão longe
Caminho certo que vou encontrar
Meu doce lugar na eternidade
Meu lar é feito sobre a rocha
É casa aberta pra gente ficar
É canto que eu vi bem antes de estar
É perto do Pai
Meu rumo, meu lugar.
Meu lar está pronto
Mas ainda não é agora
Mas tenho que esperar
No amor, meu bem, espero”.
É. O CD mais recente do Palavrantiga continua tocando na minha cabeça. A playlist é a mesma, os arranjos insistem em tocar e as letras estão na ponta da língua. Não fosse apenas isso, as letras continuam a me tocar com sua sutileza em verbalizar aquilo que o coração do cristão genuíno sente. Colocações de palavras muito bem feitas para expressar a nossa corrida na maratona cristã.
A música Meu Lar (faixa 10) consegue dizer muito bem aquilo que é meu e que é íntimo de todo o Cristão: a obra em andamento feita durante toda a vida do homem. "Meu lar está pronto Mas ainda não". 
Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo; (Filipenses 1:6)
 Lembro-me rapidamente de outra canção do grupo. É quase enfático. "Estou em obras e essa morada um dia será perfeição" (Casa). Fazendo-me lembrar de quem eu sou e do estado em que me encontro na carreira. E o interessante é que é inevitável não traçar um caminho nos álbuns da banda atrelando as letras a estados da vida cristã. Pois sei que sou Feito de Barro. Inclusive, do mesmo barro que os ímpios. O pó da terra que é matéria-prima da minha existência é também dos usuários de droga que neste momento estão dilacerando suas vidas nas calçadas da cracolândia; o mesmo barro da menina que vende o seu corpo como uma mercadoria banalizada, desvalorizada.

"Eu olhei o meu dia". Logo percebi o que me difere dos outros criados do mesmo barro. Eu sei que tudo o que faço, o que canto, o que escrevo, o que falo é apenas vontade de agradar e conhecer mais a Deus. É um clamor em alta voz, chamando o nome de Jesus na noite escura. É um estágio da obra redentora de Cristo onde se abrem os olhos para que o homem reconheça que se necessita de um salvador.

Isso tudo também Fe faz lembrar mais uma outra canção do Marcos Almeida que fala que todos nós estávamos anteriormente sobre o mesmo chão esquecidos “do lado de lá”, cercados. Mas que uma esperança saltou o muro e nos abordou deste lado. E que agora amamos essa esperança que nos alcança. É a Boa Nova.

Depois disto, andamos olhando o andar de Cristo. Prestando atenção na ‘imagem mais perfeita da verdade’. Pois é como ele e para ele que vivemos. A carreira, que não sabemos bem onde começou, passa nesse momento a ter uma base sólida. A carreira para chegar em um lar que está pronto, mas que não estamos prontos para ele. É a obra da santificação.

Há muito para dizer de tudo isso. Mas o homem não consegue, ele não pode mensurar tamanha obra. Para ele basta viver a Boa Nova, repetir a Palavra viva e completa em si. Andar de forma que um dia possa dizer palavras semelhantes as de Paulo: Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé (2 Timóteo 4:7).

E com a volta de Cristo sim. A hora de triunfar, a hora de habitar numa eternidade junto de Deus. Sem dor, sem choro, sem erro ou falha alguma, na plenitude da perfeição. Recebendo as prometidas recompensas e desfrutando do desfecho da graça de Deus. Cantando ao Rei das Nações.
Louvado e engrandecido seja o nome do nosso Deus!

Ainda estamos na carreira. Não importa em que estágio do caminho. Ainda não é a hora. Mas às vezes o que é sagrado se torna hilário. E algumas pessoas têm a triste tendência de proclamar os galardões antes do tempo. Aqui. Prematuros e imperfeitos que são não podem vir do Ser Perfeito. Presentes que nascem e morrem na carnalidade do homem, sem plenitude, cheios de máculas.

Assim, o cristão deve estar firmado apenas na esperança que nos dá a Boa Nova. Sem se deslumbrar com aquilo que parece sagrado, mas que é profano; carnal. Deve perceber que ‘esperar é caminhar’ e que caminhando, ‘seguro vai’ nas mãos de Deus. Até que chegue a hora certa onde desaguará esse rio, essa carreira.

Walisson Alves

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Pedro foi Papa? Com a Palavra, Hernandes Dias Lopes


Teria sido Pedro, o apóstolo de Jesus Cristo, o sacerdote universal, o cabeça da igreja, a pedra fundamental sobre a qual a igreja está edificada, o sumo pontífice e vigário de Cristo na terra? O que a Bíblia diz a esse respeito? Pedro nunca foi papa nem o papa é sucessor de Pedro. Pedro nunca exerceu pontificado nem mesmo em Jerusalém. Pedro foi um pescador, transformado por Jesus em apóstolo. Tornou-se líder natural do grupo, muito embora tenha revelado suas constantes fraquezas, a ponto de negar a Jesus. Mas, Jesus não desistiu de Pedro. Restaurou-o e usou sua vida de forma poderosa. O livro de Atos dedica praticamente seus doze primeiros capítulos para registrar o ministério de Pedro, assim como dedicada a segunda parte para destacar o ministério de Paulo. Pedro nunca se apresentou como o líder maior do grupo apostólico nem os demais apóstolos o consideraram como tal. Pedro se apresenta como um presbítero entre outros presbíteros e não acima dos deles. Também, a Bíblia desconhece a questão da sucessão apostólica. A igreja apostólica hoje não é aquela que está sob o papa, suposto sucessor de Pedro, mas aquela que segue a doutrina apostólica, conforme ensinada no Novo Testamento. Não podemos ir além das Escrituras nem ficar aquém. Essa reflexão é importante, porque nossa fé precisa estar fundamentada na Palavra de Deus e não na tradição dos homens.

Hernandes Dias Lopes.
Fonte: Página Oficial do Facebook

Rodrigo Ribeiro

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Tá de Castigo!



É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos. Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos? Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade.
Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça.
(Hebreus 12. 7-11)

Quando na infância éramos repreendidos por nossos pais, custávamos a entender os reais benefícios daquilo que até então considerávamos como sendo uma atitude severa e impiedosa. As impressões que ficávamos de nossos progenitores eram as piores possíveis. Os víamos como figuras carrascas, incapazes de perdoar sequer um pequeno deslize.

O que dizer então das repreensões do nosso Pai celestial, que constantemente nos exorta e nos disciplina. Assim, ele também tratou os antigos, basta darmos uma breve olhada na Sua Palavra para ver quantas vezes o Senhor entregou o seu povo nas mãos dos inimigos, com o propósito de fazê-los voltar-se novamente aos Seus pés. Foi assim no cativeiro babilônico, onde Deus condenou as muitas transgressões do Seu povo entregando-os nas mãos do inimigo (Jr 52.27).

Parece-nos estranho, mas o castigo é o mal necessário. É o ”mal” temporal que se transforma em bem eterno. Nada é tão eficaz para transformar a vida de um crente do que uma Santa repreensão do Senhor. É através dela que conseguimos detectar as nossas muitas faltas.

Não é fácil reconhecer que erramos. Presumo que esta seja uma das maiores dificuldades da raça humana. Desde o Éden “aprendemos” a transferir automaticamente a culpa das nossas infrações para o próximo e a nos eximir de qualquer responsabilidade. Por nós mesmos somos incapazes de reconhecer os graves desvios de caráter que possuímos. E ainda que algum “Natã” bata em nossa porta e nos lance em rosto o nosso pecado, como o profeta anunciou ao rei Davi (2Sm 21.7), mesmo assim é difícil não sermos tomados pelo orgulho e esquivar-nos da repreensão. Sem contar que estes “Natãs” estão em extinção em nossa geração. Infelizmente em nossa época poucos tem coragem de dizer às verdades que precisamos urgentemente ouvir.

Por isso o próprio Deus se encarrega de mostrar os nossos pecados de forma tão nítida que se torna impossível qualquer atitude de auto justificação de nossa parte. E só nos basta com a alma quebrantada dizer:

Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau perante os teus olhos (Sl 51.4)

Essa é uma das mais sublimes provas de amor do Pai, quando Ela não permite que andemos conforme as nossas próprias vontades. E ainda que lhe seja penoso nos afligir nunca nos negará o castigo, quando este nos for necessário.

Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. (Ap 3.19)

Ninguém nos conhece como o nosso Senhor. Sua repreensão sempre nos chega no tempo oportuno. Não é sem motivo que o seu cajado recai sobre nós.  As repreensões dos nossos pais sem sempre foram justas, por mais bem intencionados que eles estivessem possivelmente cometeram algum equívoco, mas Deus é totalmente perfeito, e o seu castigo é justo. Devemos descartar totalmente qualquer hipótese de ter havido alguma injustiça da parte de Deus.

O Senhor demonstra o seu amor por nós quando nos repreende e não deixa-nos andar segundo os caminhos do nosso próprio coração. Precisamos de Sua repreensão diariamente. Ainda que desmaiemos momentaneamente não podemos deixar de glorificar a Deus pelo seu cuidado para conosco. Não desejamos a penalidade, mas ansiamos pela perfeição e por isso O louvamos a pelos seus benditos efeitos.

Lembre-se de que o seu castigo esta amparado por sua compaixão. A espada que transpassa a nossa alma tem os seus gumes amolados pela pedra da misericórdia. Aquele que abre a ferida também é Piedoso para curá-la.

Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. (Os 6.1)

Sinceramente não sei o que seria de mim se não fossem aquelas benditas chineladas que recebi dos meus pais na infância. Sinceramente não sei o que seria de mim se o meu Deus não tivesse me repreendido todas às vezes que tropecei. Sua disciplina tem me instruído no caminho da santificação.

Miss. Ericon Fábio
Facebook: https://www.facebook.com/ericon.fabio

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Jesus sofreu e morreu para absorver a ira de Deus


Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro). Gálatas 3.13
Deus propôs [a Cristo], no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ler Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos. Romanos 3.25
Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 1 João 4.10

Se Deus não fosse justo, não haveria exigência para o sofrimento e a morte de seu Filho. E se Deus não fosse amoroso, não haveria disposição do Filho de sofrer e morrer. Mas Deus é justo e amoroso. Assim, seu amor se dispõe a cumprir as exigências de sua justiça.

A lei de Deus exige: “Amarás… o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5). Porém, todos temos amado mais a outras coisas. O pecado é isso — desonrar a Deus pela preferência de outras coisas, e agir com base nessas preferências. Assim, diz a Bíblia que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23). Nós glorificamos aquilo em que mais temos prazer. E não é Deus.

Sendo assim, o pecado não é algo pequeno, porque não é uma falta contra um pequeno suserano. A seriedade do insulto aumenta com a dignidade daquele que é insultado. O Criador do universo é infinitamente digno de respeito, admiração e lealdade. Sendo assim, deixar de amá-lo não é trivial — é uma traição. Difama a Deus e destrói a felicidade humana.

Como Deus é justo, ele não varre esses crimes para debaixo do tapete do universo. Ele tem ira santa contra eles. Merecem a punição e isso fica muito claro “porque o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18.4).

Existe uma santa maldição pairando sobre todo o pecado. Não punir seria injustiça. Seria endossar o desmerecimento de Deus. Uma mentira estaria reinando sobre o cerne da realidade. Assim, Deus disse: “Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las” (Gl 3.10; Dt 27.26).

Mas o amor de Deus não descansa com a maldição que paira sobre toda a humanidade pecaminosa. Ele não se contenta em demonstrar a ira, por mais santa que seja. Assim, Deus envia seu próprio Filho para absorver a sua ira e carregar a maldição no lugar de todos quantos nele confiam. “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar” (GI 3.13).

É esse o significado da palavra “propiciação” no texto acima citado (Rm 3.25). Refere-se à remoção da ira de Deus por prover um substituto. O próprio Deus oferece o substituto. Jesus Cristo não apenas cancela a ira; ele absorve-a e desvia-a de nós para si mesmo. A ira de Deus é justa, e foi executada, não retirada.
Não podemos brincar com Deus ou deixar por menos o seu amor. Jamais estaremos diante de Deus maravilhados por sermos por ele amados até que reconheçamos a seriedade de nosso pecado e a justiça de sua ira contra nós. Mas quando, pela graça, acordamos para nossa própria indignidade, podemos olhar o sofrimento e a morte de Cristo e dizer: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.10).
Fonte: A Paixão de Cristo, Editora Cultura Cristã, p. 21-23.
Extraído de monergismo.com


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/04/john-piper-jesus-sofreu-e-morreu-para-absorver-a-ira-de-deus/#ixzz2Kmyuoif7


Intercâmbio feiro por Rafaelle Amado

Um Desafio para a Igreja Campinense e Brasileira: Ore pela 16° Consciência Cristã!


Na noite de encerramento da 15ª Consciência Cristã, o pastor Ricardo Bitum desafia os campinenses a dedicarem um minuto de oração por dia pela VINACC. Ele começa o desafio perguntando "o que é que queima no teu coração". E encoraja as pessoas que estavam presentes à se disporem à orar pelo evento para que a cidade continue e seja ainda mais impactada pelo trabalho realizado pelo evento.

Ele ainda afirma que "uma igreja que começa a atuar fora dos portões da igreja e começa a transformar a sociedade, é aquela que está sendo avivada". Assim, resta-nos orar pela VINACC e começar a colocar em prática o evangelho puro, simples e genuíno; pregar a verdade libertadora de Cristo em nossa sociedade, em nossa realidade. Não nos basta, portanto, engordar o nosso conhecimento para apenas nos vangloriarmos dele, mas utilizá-lo para a evangelização e para as boas obras que nos foram preparadas pelo Pai antes de tudo.

Você que não compareceu ao encerramento da 15ª Consciência Cristã, pode estar se dispondo também ao desafio através do vídeo divulgado e estar orando pela VINACC, pela 16ª Consciência Cristã que acontecerá de 04 de Fevereiro até 28 de Março do ano que vem. Para que Deus esteja abençoando ainda mais a cidade de Campina Grande e fazendo uma transformação redentora através da igreja campinense. 

Assista o vídeo que gravamos:

Walisson Alves
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