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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Jovens Cristãos, Avante!

   Sinto-me muito feliz em termos passado por mais aniversário da UMP da IV. Essa UMP tão disposta e alegre em servir ao Senhor.

   Nosso aniversário aconteceu no último sábado e domingo, 23 e 24 de Agosto e teve como tema “Velhas Verdades”. Completamos 21 anos de mocidade ativa. Fomos edificados com pregações de dois pastores amigos , Pastor Valker e Pastor José Rafael, muito obrigado por todo o carinho.

   Esse texto de hoje se torna bastante especial para mim, pois falo de algo que amo, a União de Mocidade Presbiteriana. Há poucos anos que me envolvi de fato nessa sociedade, mas já quero ficar nela por bastante tempo. Rsrs (...e na SAF futuramente).

  O Hino da Mocidade, de número 382 diz assim: “Somos jovens no mundo velho, a pregar novos ideais, do mesmo Evangelho, que pregaram os nossos pais. O mundo muda, mas Cristo não! Importa que preguemos a salvação!”.

  Quer cantar algo mais bonito do que isso? Cantamos que entendemos o mundo em que vivemos, mas que somos jovens e desejosos de pregar o Evangelho da Salvação, o mundo está velho e muda constantemente, difícil de entender isso não é? , mas Cristo não muda. Nosso Senhor é o mesmo ontem hoje e sempre.

  “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre.” (Hebreus 13.8).

  “No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus e era Deus.” (João 1.1).

  Outra parte do hino diz: “Nossas mãos estarão unidas combatendo a escravidão, de preciosas vidas, sem Jesus, sem direção. Não temeremos o tentador! Clamemos pelo Cristo Libertador.”.

  Pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não mais sejamos escravos do pecado. (Romanos 6:6). Fomos livres do poder do pecado, ele não tem mais peso sobre nós, pois fomos Justificados em Cristo Jesus e hoje somos livres.

  “Eu te amarei, ó SENHOR, fortaleza minha. O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio. Invocarei o nome do Senhor, que é digno de louvor, e ficarei livre dos meus inimigos.”. (Salmos 18.1-3).  

  Temos um Libertador, Cristo Jesus, Ele nos livra e protege dos inimigos que estão a nos rodear. Quer momento da vida mais difícil de ser cristão, sem menosprezar os outros momentos, mas que é fácil de ser tentado em meio às coisas ‘boas do mundo’ do que quando somos jovens? Somos bombardeados de informação, de desejos, de mudanças, mas aquele que é firme em Cristo não se abala e permanece firme. Hoje me sinto alegre em ser uma jovem moça que vive a vida para Cristo, servindo-o em uma igreja bíblica e que preza pelos valores cristãos, melhor forma de viver minha juventude não teria.

  E a última parte do hino diz: “Juventude cristã, avante! Empunhando o pendão real, com fé no Comandante, venceremos todo mal! ‘Sê testemunha’ - disse o Senhor.  Falemos sempre de Jesus, sem temor!”.

  Essa última estrofe do hino é mais uma síntese do que devemos ser, uma juventude cristã que deve avançar no mundo, tendo como regra de fé e prática o pendão real, a Palavra do Senhor, sem essa maravilhosa Palavra vivemos cego e rumando ao nada. Com as Sagradas Escrituras, rumamos à ao caminho de vida e paz e à Eternidade que nos é proposta. Vivamos sem temor, falando sempre do nosso Salvador, que se entregou em uma cruz, pelos nossos pecados. Ele nos amou primeiro!

“Alegres na Esperança,
Fortes na Fé,
Dedicados no Amor,
e Unidos no Trabalho.”

LARYSSA LOBO

https://www.facebook.com/laryslobo

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Um Herói para os Jovens Rapazes

O boxeador legendário Muhammad Ali famosamente afirmou: “Eu sou o maior de todos”. Além de Jesus Cristo (que é uma categoria em si mesmo), quem você diria que foi o maior homem que já existiu?
De acordo com Jesus, o maior de todos não foi ninguém mais do que o seu primo profeta caipira sangue nos olhos, João Batista. Em Mateus 11.11 Jesus afirma: “Digo-lhes a verdade: Entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista.”
Como o maior homem que já existiu, João é o maior exemplo para todos os homens, e particularmente os jovens rapazes, já que ele morreu aos 30 anos.
O que significa ser “grande”? Aqui estão seis aspectos da grandeza de João


1. João tinha parentes cheios do espírito santo
No livro de Lucas, está escrito que a mãe de João, Isabel, “era cheia do Espírito Santo” e profetizou para Maria (Lucas 1.41-45). Do mesmo modo, seu pai, Zacarias “era cheio do Espírito Santo e profetizou” para o seu filho recém-nascido (Lucas 1.67-79).
Zacarias e Isabel amavam o Senhor, serviam fielmente no ministério e esperaram até uma idade para que Deus os abençoassem com um filho, sem se tornarem amargurados ou cometerem adultério.
Nós não podemos escolher os nossos pais, mas se nós temos parentes piedosos como os de João Batista, nós poderemos escolher seguir os seus passos fieis. Foi isso o que João fez, pela graça de Deus.

2. João era cheio do espírito
Antes do nascimento de João, o anjo Gabriel disse: “Ele será cheio do Espírito Santo desde o ventre materno” (Lucas 1.15). A Bíblia também diz, “A mão do Senhor estava sobre ele” (Lucas 1.66).
Em um dos maiores exemplos bíblicos de eleição soberana e um dos maiores argumentos bíblicos de que a vida humana se inicia antes do nascimento, nós vemos aqui que João Batista foi escolhido por Deus desde o ventre materno para ser regenerado pelo Espírito Santo e separado para uma vida dedicada ao ministério. João foi receptivo ao trabalhar do Espírito Santo através da sua vida, se submetendo ao poder interior de Deus.
Com relação ao que significa ser cheio do Espírito, Dr. Wayne Grudem escreve, “Um evento subsequente à conversão, no qual cada crente experimenta um enchimento fresco do Espírito Santo que pode resultar em uma variedade de consequências, incluindo maior amor por Deus, maior vitória sobre o pecado, maior poder para o ministério e as vezes o recebimento de novos dons espirituais.”

3. João humildemente preparou o caminho para Jesus
Quando João nasceu, o seu pai profetizou “E você, menino, será chamado profeta do Altíssimo, pois irá adiante do Senhor, para lhe preparar o caminho.” (Lucas 1.76).
João foi um tipo de estrela do rock dos seus dias apenas no primeiro dia em que o seu ministério público se iniciou. Não havia existido um profeta por cerca de 400 anos até que João abriu a boca e o Espírito ungiu a sua pregação. Ele era um tipo de cara maluco que cresceu no deserto e não se encaixava nos moldes religiosos da época. Ele era jovem, em seus 30 anos, forte e destemido. Multidões o seguia.
Contudo, João não tinha nada a ver com ele mesmo. Tudo nele girava em torno de Jesus.
“Depois de mim vem aquele que é maior do que eu”, dizia João, “cujas correias da sandália não digno nem de amarrar.” É como se ele estive em primeiro lugar nos assuntos mais comentados no Twitter ou permanecendo por semanas na lista dos 10 mais do iTunes, e ainda assim afirmar que não era digno nem de fazer o trabalho de um escravo de Cristo. Depois, quando a sua fama havia se espalhado mais do que nunca e ele poderia ter utilizado tudo isso para criar um grande ministério, mas ele deixou tudo isso de lado, mandou seus discípulos seguirem Jesus e disse: “Que Ele cresça e eu diminua” (João 3.30).

4. João era um evangelista
João cumpriu o seu ministério de “dar ao seu povo conhecimento da salvação através do perdão dos seus pecados, por causa da grande misericórdia do nosso Deus” (Lucas 1.77-78).
João não era um covarde. João sabia que pela pregação do arrependimento ele seria desprezado, odiado e sofreria oposição. Mas ele amava a Deus e ele amava as pessoas. Ele sabia que o pecado separava as pessoas de Deus e que as pessoas precisavam se arrepender dos seus pecados para serem salvas. Ele não se conformou apenas por fazer boas obras; ele continuou pregando as más notícias do pecado e as boas novas da salvação. Ele pregou essa mensagem abertamente aos religiosos que pensavam serem justos e muitos foram salvos.

5. JOÃO OBEDECEU AO CHAMADO DE DEUS PARA A SUA VIDA
Gabriel previu que João “iria diante do Senhor no espírito e poder de Elias, para converter os corações dos pais aos seus filhos, e os desobedientes à sabedoria, para separar um povo preparado para o Senhor” (Lucas 1.17).
O ministério público de João durou aproximadamente seis meses – menos do que o primeiro semestre de um seminário teológico. Ele pregou uma série de sermões sobre arrependimento, batizou centenas de pessoas, combateu os religiosos, entregou o seu ministério a Jesus, repreendeu Herodes publicamente por se casar com sua cunhada e teve sua cabeça decepada – tudo isso em seus 30 anos. Hoje os rapazes nessa faixa de idade estão se casando pela primeira vez depois de anos jogando vídeo game, baixando pornografia e perdendo tempo.

6. JOÃO EVITOU A ADOLESCÊNCIA
A Bíblia fala brevemente sobre a juventude de João: “E o menino crescia e se fortalecia no espírito; e viveu no deserto, até aparecer publicamente a Israel” (Lucas 1.80).
João nunca consumiu álcool, nem vacilou e abraçou o trabalho de toda a vida de um homem durante os breves 30 anos de vida, porque não quis desperdiçar nenhuma parte do seu tempo na Terra. Como um soldado que vai para a guerra, ele não fingiu que a vida era férias estendidas em um resort com tudo incluso. Ele era um homem de verdade.

Homens que aspiram ser grandes podem aprender muito com o exemplo de João. Ele é a definição de Jesus de um grande homem: um homem que honra o pai e a mãe, é cheio do Espírito Santo, humildemente leva outros a Jesus Cristo, evangeliza pessoas perdidas, obedece ao chamado de Deus para sua vida, evita a adolescência e não gasta seu tempo evitando ter mais responsabilidades.

Mark Discroll
Publicado em: https://theresurgence.com/2013/06/05/A-hero-for-young-men

Traduzido por Igor Sabino

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Eles Amaram Mais o Mundo do que Deus

Quando me converti há 26 anos atrás, muitos daqueles que comigo conviviam pensaram que eu tivesse enlouquecido. 

Pois bem, lembro de um amigo cujo nome era José (Nome fictício) que mais ou menos na mesma época da minha conversão, começou a frequentar uma igreja. Lembro que ao encontrá-lo na praia, ouvi dos seus lábios a seguinte expressão: -"Renato, Deus é muito bom! Estou muito feliz com ele. Me "converti" e estou indo todos os domingos na igreja X. 

Ao ouvir o testemunho do meu amigo, vibrei e o incentivei a continuar firme no Senhor. 

Um ano depois, o encontrei novamente na praia e sem titubeios perguntei: - "E aí José, continua firme no Senhor? " 

Para minha surpresa ele me respondeu: - "Xi cara, não deu não! O mundo é bom demais. Voltei pro mundão e estou curtindo a vida adoidado."

Essa foi a última vez que o vi. Um mês depois recebi a noticia de que meu amigo tinha morrido de overdose de cocaína.

Um outro exemplo é o de uma jovem denominada Maria. (nome ficticio). Maria, vivia dizendo que a igreja era castradora e que queria curtir a vida. Volta e meia ela compartilhava com suas amigas que sentia que estava chegando a hora de desfrutar do prazer do sexo.
 
Pois bem, numa noite quente de verão Maria se envolveu sexualmente com um colega de classe. Essa foi a porta de entrada para uma mundo de promiscuidade. Maria, engravidou, abandonou a escola, a igreja e passou a viver uma vida infernal.

Caro leitor, por acaso você já deu conta o fato de que muitos preferem os prazeres deste mundo a comunhão do Senhor? Ora, quantos porvertura não são aqueles que em virtude dos prazerem deste século preferem uma vida de pecados?

O Apóstolo João ao escrever sua primeira epístola, orientou aos cristãos a não amarem o mundo, nem tampouco as coisas que nele há. Ora, vale a pena ressaltar que a expressão não ameis o mundo não está tratando especificamente das belezas deste planeta ou das pessoas que nele vivem, mas sim de um sistema que se opõe a Deus e sua Palavra.

Caro leitor, diante disto afirmo que os que "amam o mundo" estão em estreita comunhão com ele, dedicando-se aos seus valores, costumes e cultura. Em outras palavras,  Os que se comportam desta forma demonstram  que sua satisfação e prazer estão  naquilo que desagrada a Deus e ofende os princípios das Sagradas Escrituras. Esse pernicioso sentimento impede a comunhão do crente com o Senhor (1 Jo 2.15).

O Apóstolo Paulo, ao escrever sua espístola aos Romanos adverte aos cristãos a não se conformarem com este século.  O verbo “conformar” no original significa “ser modelado de acordo com o um padrão e refere-se à constante imitação de uma atitude ou conduta até que a pessoa se torne igual ao modelo. Neste perspectiva, a Bíblia ensina que o crente deve resistir, combater e não imitar os padrões de comportamento, a cultura e os valores mundanos, mesmo porque, aqueles que estão em Cristo devem viver a vida de forma diferenciada.


Pense nisso!

Renato Vargens.


Intercâmbio feito por Ruan Medeiros