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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

UMP Indica: A História de Ian e Larissa


Qual o verdadeiro objetivo do casamento? Casamos por alguém por que nos sentimos atraídos por ela e percebemos vantagens em tê-la ao nosso lado? Será que simplesmente saciar nossos desejos de forma utilitarista é a essência do casamento?

Na indicação de hoje, temos um vídeo muito impactante sobre a história de um jovem casal americano, Ian e Larissa, que apesar de dificuldades enormes, construíram uma relação que glorificam a Deus, e o fizeram por saber qual era o real propósito do matrimônio para eles, e principalmente para Deus. Quem os auxiliou nesta difícil jornada foi a leitura do livro Casamento Temporário do Pastor John Piper.

Assista ao vídeo, seja impactado, e sinta-se estimulado a ler também o livro.


Deus os abençoe!

Rodrigo Ribeiro e Dora Oliveira

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

É preciso cavar!


Ultimamente venho pensando muito sobre a historia que Jesus contou dos dois construtores, - o construtor sábio e o construtor insensato. O homem sábio edificou sua casa sobre a rocha. Quando veio a tempestade, a sua casa se manteve firme. O homem insensato edificou a casa sobre a areia. Quando os ventos e as chuvas chegaram, a casa foi destruída.

Antes quando ouvia ou lia essa historia pensava que para edificarmos nossa casa sobre a rocha bastava apenas sermos cristãos, ou seja, crer na palavra de Deus como verdade. Aparentemente se tratava de uma oposição estre o crente e o descrente. Mas o livro ‘’Cave mais fundo’’ de Joshua Harris me trouxe uma visão diferente sobre o assunto.

Hoje posso ver que o significado desta parábola vai bem além de cremos na palavra de Deus, nos desafia a cavarmos nossa casa em cima de sua palavra, que nossa vida seja edificada na palavra de Deus e quando o texto diz que o homem sábio teve que cavar isso nos leva a pensar que para conhecermos a Deus e seus mandamentos exige esforço de nossa parte.

Nem todos os que estão nos bancos da igreja, tem realmente cavado fundo. Muitos vivem sempre na superficialidade, se baseando em conceitos básicos e às vezes errados sobre as verdades da fé Cristã. Não se esforçam para crescer, e vivem satisfeitos e iludidos em sua inanição espiritual. Só perceberão o erro, quando a tempestade vier, e suas frágeis estruturas forem postas a prova.

Por fim, se cavarmos nossa vida na rocha na palavra de Deus, mesmo que venham os maus ventos e a tempestade, sempre ficaremos de pé, pois oque nos sustenta é a palavra de Dele. Um conhecimento superficial de Deus nos deixa desprotegidos contra os tempos maus, no entanto, uma fé alicerçada na palavra, é um abrigo seguro, um castelo forte, contra toda e qualquer tribulação. Cavemos mais fundo!


Dora Oliveira

terça-feira, 24 de abril de 2012

Na hora certa!


Certa vez li em um livro uma história que deixou uma imagem gravada em minha mente: Uma criancinha sentada sozinha em um quarto com os olhos fitos em um docinho. Esta cena estranha capta sentimentos que nos remetem aos momentos em que em sentimos dificuldades de colocar nossa confiança em Deus.

A imagem remete a uma experiência de um cientista fazendo analises ao observar criancinhas de quatro anos de idade interagir com um docinho. O pesquisador convidava as crianças, uma de cada vez, a um quarto comum e começa o seu gentil tormento: ''Você pode comer este docinho agora'', ele diz, ''mas se você esperar até que eu resolva um assunto, você poderá ficar com dois docinhos quando eu voltar''. Então ele ia embora.

            Algumas dos menores agarram o doce no minuto em que ele sai pela porta. Outras resistem alguns minutos antes de desistirem. Mas há outros estão determinados a esperarem pelo segundo docinho. Eles cobrem os olhos; baixam a cabeça; ficam cantarolando; tentam brincar ou até mesmo caem no sono. Quando o pesquisador retorna, ele dá a estas crianças os seus ''suados'' docinhos.

                    Quando as crianças chegaram ao ensino médio, algo impressionante aconteceu. Uma enquete entre os pais e professores delas constatou que aqueles que aos quatro anos de idade, tiveram a firmeza para esperar pelo segundo docinho geralmente se tornaram adolescentes mais ajustados, confiantes e de confiança. As crianças que logo caíram na tentação eram mais suscetíveis a serem solitários; se intimidavam com desafios.

                   Obviamente, a moral da história é que desenvolver o caráter necessário para adiar uma satisfação em pequenas áreas pode se traduzir em grande sucesso em outras. Mas as crianças de quatro anos de idade no estudo não sabiam disso. Elas não resistiram ao docinho desejando obter melhores notas no ensino médio. Elas superaram a vontade de comer o docinho por que eles tinham fé, eles podiam vislumbrar o momento quando o simpático homem de roupa branca retornaria com dois docinhos. Eles perseveravam porque tinham confiança.

                  Esta simples história deve nos fazer refletir a respeito dessa fé, de nossa credulidade, confiança. Algumas vezes quando esperamos pelo tempo de Deus nas nossas vidas enfrentamos os mesmo conflitos internos que algumas crianças devem ter enfrentado.

                   Porque eu não pego logo? E por que você não? Porque Deus prometeu algo melhor. Precisamos esperar pelo tempo de Deus e confiarmos que ele trará algo melhor quando chegar a hora certa. Mas precisamos ter fé para crer nisso. Como aquelas criancinhas, somos deixados a sós com algo que poderia nos satisfazer imediatamente, e não conseguimos enxergar a recompensa de adiar a nossa satisfação. Isso nos leva a seguinte questão: Você confia em Deus? Você realmente confia nele? Você vive sua vida como se confiasse nele? Você crê que abrindo mão de algo bom agora por ser a hora errada Deus irá trazer algo melhor quando for a hora certa? É bom pensar...


Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
Eclesiastes 3:1-8


Dora Oliveira
@dora_oliveira