terça-feira, 20 de agosto de 2013

É Muito Fácil


Em alguns momentos já falei sobre a facilidade de ser conselheiro de uma turma como a UMP da IV. Pode parecer repetitivo (como divulgação dos adesivos, não é Rodrigo?), mas é verdade. Uma turma de jovens cientes de sua condição de pecadores e carentes da graça de Deus. E, por meio dessa graça, vem buscando viver o Evangelho para a glória do Senhor. A prova disso é que eles tem me suportado já há algum tempo. Tempo no qual tenho aprendido muito, crescido ao entender o ânimo, a vontade de trabalhar, as precipitações naturais da juventude, suas ansiedades, frustrações, alegrias, vitórias e derrotas. Mas acima de tudo, um desejo imenso de servir ao Senhor e amá-lo de toda a sua alma, com todas as suas forças e entendimento. E aprender com professores desse naipe é muito fácil, realmente. Por isso que eu digo ser fácil ser conselheiro dessa turma. O que tento passar pra vocês aprendo com vocês mesmo. Teria melhor fonte? Duvido.

Algumas vezes, no afã de buscar cumprir minhas atribuições da melhor forma possível, quero sempre estar perto, e lamento quando não posso fazê-lo. Em um desses momentos, minha sábia esposa Iris disse-me para acalmar o coração e entender que os meninos estão dando sinais de que podem andar sozinhos, e isto tem aprendido também conosco. E como uma auxiliadora idônea, além de muito linda e sábia, ela estava certa, como quase sempre. E vocês não tem noção do crescimento que vocês adquiriram e tem mostrado. Ao me afastar um pouco, contemplo jovens sadios, seres humanos sensíveis, inteligentes, cientes de suas limitações e dispostos a servir a Deus. Quando estou perto, contagio-me com sua alegria e amizade, louvando a Deus com e por cada um de vocês.

 Neste fim de semana que passou comemoramos 20 anos de UMP da IV. Um trabalho que começou a ser montado em dezembro de 2012 e que, para a glória de Deus, foi maravilhoso, e mostrou a força de vocês, ao mostrarem-se fracos e dependentes de Deus. Confesso que expressar meu sentimento nesses dias tá difícil, é um misto de alegria, saudade, certeza do trabalho cumprido, mas também a certeza de um futuro cheio de desafios na caminhada cristã desta UMP e de cada um que hoje a compõe e que fará parte dela. Mas isto tudo com a certeza que Aquele que iniciou a obra em cada um de nós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus. E esta certeza é o que me faz animar, e muito, com o futuro. Aos que hoje estão, vejo homens e mulheres conduzindo sabiamente seus lares, exercendo seus dons e mandatos para a glória de Deus.

Vamos voltar ao presente. O que presenciei nesses dias me fez entender o que o Salmista no Salmo 126, ao dizer que quando o Senhor mudou a sorte do seu povo, este povo ficou como quem sonha. Então vamos aprender com ele e lembrarmos que quem fez tudo aquilo foi o Senhor. Então rendamos todas as ações de graças a Ele, por tudo. E caminhemos firmes nos propósitos do Senhor, servindo a Ele e a sua igreja com alegria e singeleza de coração.

Tá difícil até de terminar este texto. Mas vamos lá. Todos nós tivemos a oportunidade de conhecer uma pessoa maravilhosa que foi o Pr. Gladir Cabral. Todos ficamos maravilhados com sua alegria, humildade, poesia e amor ao Senhor. Quero então tomar uma frase dele no facebook, ao dizer que foi ele quem mais aprendeu com vocês neste fim de semana.  E não é retórica, pois isto é algo que tenho visto e experimentado nestes anos. E tenho certeza que ele levou o melhor de cada um de vocês. E que neste melhor tem um pouquinho de mim em cada um de vocês. E para encerrar de vez, uma frase da canção Andeiro, de Gladir que diz sobre um ipê, e que talvez seja a melhor maneira de registrar nossa gratidão por tudo aquilo que o Senhor tem feito e fará:

 “É dono do silêncio mais profundo,
que por sinal é o som mais verdadeiro”

Vamos em frente.

Presb. Cícero da Silva Pereira

Assista alguns momentos do nosso aniversário:

 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

UMP INDICA: Gotas de Sabedoria para a Alma

“Gotas de sabedoria para a alma” é um devocionário escrito pelo Rev. Hernandes Dias Lopes no qual, para cada dia do ano, encontramos instruções baseadas num versículo dos Provérbios do sábio Salomão.

O início das mensagens é dado a partir do capítulo 10 de Provérbios, pois, como diz o autor, tratam-se de versículos independentes, em que cada um contém uma mensagem distinta e antitética. Portanto, a cada dia você pode ser abastecido com uma gota de sabedoria para a sua alma, colhendo instruções acerca de assuntos diversos sobre a vida, para que você possa fazer o melhor diante do que for posto à sua frente, para a glória de Deus!

“Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E mais excelente, adquirir a prudência do que a prata!” Pv. 16:16

E eu já ia esquecendo: Ele custa nas livrarias, em média, R$11,90. Um precinho oportuno pra você investir em si mesmo e, é claro, pra presentear muita gente com gotas de sabedoria.



Deus abençoe a todos!
Letícia Lima
Facebook: https://www.facebook.com/leticiaa.limaa

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

O que É "Presciência", ou, "Conhecer de Antemão" em que a Predestinação dos Eleitos Está Fundamentada na Bíblia? Com a Palavra John Stott

Essa alusão a “conhecer de antemão”, isto é, saber de alguma coisa antes que ela aconteça, tem levado muitos comentaristas, tanto antigos como contemporâneos, a concluir que Deus prevê quem irá crer e que essa presciência seria a base para a predestinação. Mas isso não pode estar certo, pelo menos por duas razões. A primeira é que neste sentido Deus conhece todo mundo e todas as coisas de antemão, ao passo que Paulo está se referindo a um grupo específico. Segundo, se Deus predestina as pessoas porque elas haverão de crer, então a salvação depende de seus próprios méritos e não da misericórdia divina; Paulo, no entanto, coloca toda a sua ênfase na livre iniciativa da graça de Deus. Assim, outros comentaristas nos fazem lembrar que no hebraico o verbo “conhecer” expressa muito mais do que mera cognição intelectual; ele denota um relacionamento pessoal de cuidado e afeição. Portanto, se Deus “conhece” as pessoas, ele sabe o que passa com elas [Sl. 1.6; 144.3], e quando se diz que ele “conhecia” os filhos de Israel no deserto, isto significa que ele cuidava e se preocupava com eles [Os 13.5].


Na verdade Israel foi o único povo dentre todas as famílias da terra a quem Javé “conheceu”, ou seja, amou, escolheu e estabeleceu com ele uma aliança. [Am 3.2]. O significado de “presciência” no Novo Testamento é similar. “Deus não rejeitou o seu povo [Israel], o qual de antemão conheceu”, isto é, a quem ele amou e escolheu (11:2) [Cf. 1 Pe 1.2.]. À luz deste uso bíblico John Murray escreve: “’Conhecer’... É usado em um sentido praticamente sinônimo de ‘amar’... Portanto, ‘aqueles que ele conheceu de antemão’... é virtualmente equivalente a ‘aqueles que ele amou de antemão” (Murray, vol. I, p. 317). Presciência é “amor peculiar e soberano” (Ibid., p. 318.) Isto se encaixa com a grande declaração de Moisés: “Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu, porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo... mas porque o Senhor vos amava...”. [Dt 7.7s.; cf. Ef 1.4s]. 


John Stott - Comentários de Romanos
FONTE: Publicação no Facebook de Marcel Avelino Lima (https://www.facebook.com/marcel.seminarista)

Rodrigo Ribeiro

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Em Meio às Mudanças

“Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.
O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.
Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.
Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol”.
                                                                                                                                        Eclesiastes 1:4-9

                A vida é cheia de mudanças. Algumas delas são frutos de nossos esforços e orações e outras nos são impostas, sem nenhuma preparação, sem nenhum aviso, sem nenhuma perspectiva.

                Ao nos depararmos com momentos em que as mudanças parecem fugir ao nosso horizonte de perspectiva, devemos lembrar que há um Pai, cuja a órbita celestial está sob sua custódia, e que nada lhe passa desapercebido.

                Como lemos acima, no 1º capítulo de Eclesiastes, “nada há de novo debaixo do sol” porque Deus tem o controle de tudo. Desde as gerações, passando pelos ciclos da natureza, tudo é domínio Dele, inclusive nós mesmos.

                As turbulências, as mudanças, as transições, tudo em nossa vida deve ser encarado com a certeza de que não estamos sós, não estamos à deriva, não estamos jogados ao acaso ou ao caos. Nós temos um Rei. Um Rei glorioso e poderoso que nos ama e que zela pelo bem dos seus filhos. Um bom pastor que não deixa nenhuma ovelha para trás (João 10:16).

                Sendo assim, devemos confiar as reviravoltas da nossa vida nas mãos Daquele que nos conhece desde antes de sermos gerados. Daquele que deve ser o nosso porto seguro em meio às fortes ondas. Nessa certeza, do amparo incessante de Deus, é que o salmista afirma: “O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele confiou o meu coração, e fui socorrido; assim o meu coração salta de prazer, e com o meu canto o louvarei” (Salmos 28:7).

                O coração que confia às mudanças ao Pai será socorrido diante das adversidades e o louvará pela alegria de sua benignidade. Tenhamos a certeza que descansamos nas mãos daquele que nos diz: “Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? e nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai. E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois; mais valeis vós do que muitos passarinhos” (Mateus 10:29-31).


Andrea Grace

Como Não Idolatrar meu Namorado?

Como fazer pra que a pessoa com quem você está nunca se torne, em nenhum sentido, mais importante na sua vida do que Cristo? Porque no começo dos relacionamentos, geralmente, as pessoas ficam tão entusiasticamente apaixonadas que acabam deixando que a pessoa, mesmo sem perceber, se torne um ídolo. Como resolver isso?

***

Para mim, é complicado falar sobre “começo de relacionamento”, uma vez que só comecei um namoro na vida, quando eu tinha 15 anos e continuo nele até hoje. Então, vou me basear mais no que eu observo no decorrer do meu namoro e no que eu pude observar no namoro de alguns amigos que já aconselhei (muitos destes, relacionamentos que findaram em fracasso).

Acredito, a priori, que tudo começa com uma visão correta da importância de Cristo. Uma vez que você tem Cristo como o centro de sua existência e vê Nele o sentido de tudo o que existe, você não deixa nada tirar a pessoa de Jesus do altar que há no seu coração. Se o trono está ocupado, ninguém pode sentar lá. Então, lute para pôr Cristo no altar e nada conseguirá tomar o lugar Dele.

Em segundo lugar, precisamos de uma visão correta do relacionamento em si. Precisamos entender que nossa felicidade não depende de estar ou não com a outra pessoa, mas estar com Cristo – ainda que o outro seja uma fonte constante de alegria e perdê-lo cause dor sem tamanho. A longo prazo, Cristo é a felicidade, não o outro; e ter o outro sem ter Cristo é como ter uma moeda que não é mais válida ou como ter um cartão de crédito, mas estar em uma loja sem a maquininha. Aquilo tem valor, mas se torna inútil, pois o que dava o real significado daquilo não está lá.

Em terceiro lugar, creio que precisamos de uma visão correta de nós mesmos. Se entendermos bem para quê fomos chamados e aquilo que temos em Cristo, e compreendermos profundamente a inconstância de nosso coração, saberemos como lidar com as tolices de nosso interior corrupto. De modo que, ao olharmos nossa própria pecaminosidade, vamos buscar cada vez mais a Cristo em oração, na Sua palavra, e buscaremos fugir do mal – o que nos deixará mais firmes para raciocinar e sentir corretamente a luz do Evangelho, o que impedirá de elevarmos o outro como algo mais importante que o próprio Deus.

Três breves testes práticos:

1. Imagine que o namoro acabou. Qual seria sua reação?  Normal responder com sofrimento desesperador e excruciante, mas consegue imaginar uma vida sem a pessoa amada? Ou suicídio é uma opção? Ou acha que nunca mais vai sair de casa na vida? Acha que vai simplesmente definhar e morrer para sempre? Se toda a sua existência está nas mãos desta pessoa, é provável que algo esteja errado.

2. Se ele/ela te dissesse: “vou sair da igreja, ou sai comigo ou termino”, qual sua escolha? Se houver pelo menos um titubear, um único momento de dúvida, uma fagulha de incerteza, é melhor questionar seu coração sobre este assunto: abandonar a fé por um relacionamento não deveria nem ser uma opção.

3. Vocês vivem em devassidão constante? É normal que relacionamentos tragam lutar contra o pecado é bastante comum que, muitas vezes, os casais tropecem pelo caminho, mas vocês vivem na prática constante e ininterrupta do pecado, sem qualquer crescimento em santificação e não estão dispostos a terminar o relacionamento por isto? Então você está dizendo que prefere a prática do mal com seu namorado do que a comunhão com Cristo.

Yago Martins
Publicado Originalmente em: http://yagomartins.com/2012/12/como-nao-idolatrar-meu-namorado/

Intercâmbio feito por Rodrigo Ribeiro

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Prosperidade ou Contentamento?

Em meio a tantos ataques de falsos mestres a igreja de Cristo, muita gente honesta e temente a Deus têm se levantado para defender fielmente a Sã Doutrina. Um dos falsos ensinos que vem causando grande repercussão e discordância entres os fiéis hoje, é a chamada “Teologia da prosperidade”. Que usa um princípio bíblico do cuidado e sustento que Deus prometeu ao seu povo e o utiliza para justificar sua ganância e seus caprichos. E o pão de cada dia é substituído pelo caviar, que não pode faltar na casa de um dos “filhos do Rei”.

Muitas das pessoas que defendem a teologia da prosperidade, usam textos do antigo testamento onde Deus faz promessas de prosperidade a nação de Israel para justificar suas reinvindicações de luxo ao Deus altíssimo. Para deixar mais claro o cuidado que devemos ter nessa situação, faço minha as palavras de John Piper: “No Antigo testamento Deus glorificou amplamente a si mesmo ao abençoar Israel, de modo que as nações pudessem ver e saber que o Senhor é Deus. (1Reis 8.59-60)[...] Israel não foi enviada como uma “Grande Comissão” para ajuntar as nações; pelo contrário, ela foi glorificada para que as nações vissem sua grandeza e viessem a ela. Então quando Salomão construiu o templo do Senhor, foi espetacularmente abundante em revestimentos de Ouro(1Reis 6.20-22).”

O padrão do antigo testamento é o “venha-ver”.  Existe um centro geográfico do povo de Deus, com um templo físico, um rei terreno, um regime político, uma identidade étnica, um exército terreno, e uma equipe de sacerdotes para fazer os sacrifícios.

Mas a vinda de Cristo mudou tudo isso. Como Jesus falou a mulher Samaritana não há mais espaço físico para o Cristianismo. Cristo substituiu o templo e os sacerdotes e os sacrifícios. O padrão não é mais o “Venha ver”, mas o IDE!


A grande comissão que Cristo anuncia nos evangelhos afirma: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Mateus 28:19-20.

Essas palavras nos trazem sérias implicações. Nós somos peregrinos  e forasteiros nessa terra, nós não podemos usar esse mundo como se fosse nosso lar permanente! Isso nos faz entender as ilustrações militares que Paulo usa para descrever a caminhada Cristã. Nós vivemos em pé de guerra! Nós devemos viver de maneira que tudo possa nos impulsionar cumprir a missão da melhor forma possível. Temos que trabalhar de modo que nossos esforços contribuam para nossa missão. Temos educar as crianças para que elas cresçam e abracem a causa missionária. 

O exemplo deixado pelos Apóstolos nos ensina a lutar, sofrer, e até mesmo morrer pela causa de Cristo. Claramente a ênfase Neotestamentaria não está em viver de forma que ostentemos com nossos bens que somos Filhos de Deus. Mas em MORRER para este mundo. A ênfase dada pelos pregadores da prosperidade, embora eles afirmem ser, não é bíblica. (Devemos lembrar que o Diabo usou a Bíblia erroneamente ao tentar Jesus.) Há inúmeros textos no Novo-Testamento alertando para o cuidado que devemos ter com nossas pretensões gananciosas, e nos exortando á estarmos contentados com o que temos!

Para terminar esta reflexão, faço uso das palavras do inspirado Apóstolo Paulo:


“De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro,
pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar;
por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos.
Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição,
pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos.
Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão.
Combata o bom combate da fé. Tome posse da vida eterna, para a qual você foi chamado e fez a boa confissão na presença de muitas testemunhas.”


1 Timóteo 6:6-12

Guilherme Barros
Facebook: https://www.facebook.com/GuilhermeBarroos

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

UMP INDICA: De Simonton aos Dias de Hoje

No ano de 2009 a IPB (Igreja Presbiteriana do Brasil) completou 150 anos.  Na ocasião foi produzido o documentário De Simonton aos Dias e Hoje, no qual é mostrado  o percurso histórico dos homens e mulheres que deus levantou para edificarem nossa igreja.

O documentário, dirigido pelo Jader Gudin, produzido e distribuído pela LPC (www.lpc.org.br) , tem como base o diário de Simonton, no qual o mesmo registrou suas experiências aqui no Brasil e também apresenta o desbravamento do Presbiterianismo para o Norte e Nordeste do país.

Neste 12 de agosto, aniversário de 154 anos de nossa amada igreja, indicamos este vídeo para aqueles que desejam conhecer melhor esta bela história.

Louvado seja Deus pelos 154 anos da IPB.


Para quem não tem, pode entrar em contato com a LPC. No caso das Igrejas Presbiterianas, creio que cada uma tem uma cópia do documentário.

No caso da IV IPCG, nós temos o documentário . Basta nos procurar.

Veja o teaser do documentário



Veja também o vídeo O Diário de Simonton, também produzido pela LPC (Luz Para o Caminho),



Deus nos abençoe.

Presb. Cícero da Silva Pereira
Facebook: https://www.facebook.com/cicero.dasilvapereira