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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Desapega... Desapega... Desapega...

Em uma conversa a alguns dias com amigos juristas debatíamos acerca das políticas públicas adotadas pelo governo e o “mal costume” que as mesmas podem gerar na sociedade. Diziam no geral: “- São tantas bolsas e programas assistencialistas que algumas famílias enxergam como um “bônus” ter um filho a mais, para aumentar o valor do bolsa família”; “outros vivem de dar golpes nos programas Minha casa, minha vida”; “Voltamos ao tempo de Roma, da política do pão e circo” “alguns já não procuram emprego por conta disto”. Aquela conversa me levou a uma reflexão. Não quero entrar no mérito dos programas do governo, até porque, pelas minhas andanças por este país, devido a viagens tanto servindo a igreja, como pelo trabalho secular, já pude vislumbrar realidades tão distintas com estes programas: pessoas que são extremamente pobres e por falta de oportunidades e conhecimento, não tem uma fonte de renda maior e com o dinheiro do bolsa família conseguem ir “escapando” e sobrevivendo, e,  pessoas que por terem um conhecido dentro do sistema, adquiriram o benefício e vão lucrando as custas de tantos outros.

O que me causou um momento de ponderação e fez meu pensamento voar foi o fato de que, as vezes, nosso egoísmo nos causa uma cegueira momentânea de não perceber a realidade do próximo; E para nós Cristãos, esta realidade se torna ainda pior.

Nosso egoísmo está tão presente no nosso dia a dia e é contatado quando: Temos um programa tão eficaz e completo para a solução dos problemas das pessoas e o guardamos somente para nós mesmos. E o pior, as vezes, conhecemos todo os componentes do programa, suas fórmulas, requisitos e não os praticamos. O programa “Minha casa, minha vida eterna em Jesus Cristo”.

Temos o “Bolsa Vida”, mas muitos estão na Morte espiritual por nossa culpa. Por nossa omissão.

Bebemos do “Bolsa Água”, mas não deixamos a água jorrar, por não conseguirmos encher o copo de nossa existência com a água da vida, como irá transbordar para saciar a sede do próximo?

Temos um imenso banquete do “Bolsa Pão”, com tudo de bom e de melhor, mas quando nos alimentamos é apenas de forma mecânica, automática e superficial e o banquete posto não é capaz de saciar nossa própria fome, sendo assim; Como chegará a ser o pão da vida, em outras vidas?

Temos a nossa disposição, diariamente, com toda a facilidade, esperando apenas ser tocada para acender; de todas as formas, edições e tamanhos o “Bolsa Luz para o meu caminho”, mas lemos tão pouco a palavra que fica difícil enxergar a lâmpada para os nossos pés, que dirá tirar da cegueira os necessitados e guiá-los.

A Igreja, que é cada um de nós, precisa entender que está aqui para servir. Para compartilhar a alegria da salvação e o que ela provoca no interior. Que está aqui para cuidar das pessoas. Auxiliar uns aos outros. Entender e pôr em prática que precisamos sentir a dor do próximo e do distante; Acolher o conhecido e o estranho.

Precisamos nos compadecer deles, e por eles, de tal forma, que essa preocupação seja latente e consuma nossa alma e nossa “práxis”. Somos vocacionados a ser luzeiros; a Iluminar; De forma incandescente, constante e intensa. Precisamos trazer a memória os ensinamentos da Igreja Primitiva, aquela que contava com a simpatia de todo o povo, que em cada alma havia temor, tinham tudo em comum, se preocupavam uns com os outros... Cuidavam uns dos outros... Amavam uns aos outros.

Se queremos nossa sociedade melhor, precisamos nos esforçar e nos doarmos mais.

Precisamos desapegar, para recuperar!

Desapegar todo egoísmo, desapegar de todo comodismo, desapegar de toda falta de compromisso, desapegar da preguiça, desapegar de tudo que nos afasta da profunda comunhão com Deus e com nossos irmãos;

Precisamos recuperar as virtudes do primeiro amor, recuperar o amor pela leitura da palavra, recuperar uma vida de oração, recuperar o prazer de servir ao próximo, recuperar a maravilha que é ver um olhar de gratidão por algo que se fez em prol de alguém; Recuperar a intimidade com Deus;

 Precisamos urgentemente viver e compartilhar o “Programa Minha casa, minha Vida eterna em Jesus Cristo”, para que ele seja abundante em nossas vidas, para que nossa corpo seja uma habitação e casa agradável ao Espírito Santo e naturalmente, por ser tão transcendental a tudo que conhecemos, ou venhamos a sonhar ou imaginar, alcance as pessoas e mude a realidade por meio da alegria da salvação!

Que Deus nos use como instrumentos em suas mãos! Vamos juntos!


Pb. Da Hora Jr
Presidente da Confederação Nacional de Mocidades
Um exemplo de servo que tem se desapegado de muitas coisas em prol do Reino de Deus.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A Verdadeira Luz do Mundo


Luz. O que seria do mundo sem luz? Viveríamos todos em um breu total, cegos diante do nada. Tropeçando, caindo, sem reconhecer, sem distinguir, sem enxergar.  Talvez nunca saibamos o que é a escuridão completa porque, nem a noite, possui escuridão total.

No mundo encontramos vários tipos de luzes: há aquela luz fraquinha do abajur ao lado da cama, que acompanha o nosso sono; há a iluminação pública que serve a todos os cidadãos; temos as luzes multicoloridas dos refletores que animam festas e eventos; há a luz das estrelas, luz que irradia o poder do Pai, que ilumina o céu, tornando-o mais belo, menos escuro.

E, apesar de tão importantes para tornar possível a nossa produtividade e a nossa vida noturna, todas as luzes citadas estão fadadas a apagar-se. Um dia terão que ser trocadas ou, até, dispensadas de sua utilidade.

Como viver, então, num mundo sem luz? Que triste sina seria viver tateando nas sombras! Mas, Deus nos dá uma boa nova. Uma certeza de que nunca viveremos nas trevas. Certeza essa que nos é assegurada pela afirmativa: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (João 8:12). Jesus nos assegura uma seara contínua na luz e essa é uma luz que não se apaga. Um raio que está a nos guiar e não nos abandona. Não nos deixa cair. Não desvanece jamais, mesmo quando nossos pés estão demasiadamente feridos para continuar a jornada, a luz de Deus nos inspira a prosseguir. Pois uma vida que é guiada pela luz de Deus, é uma vida plena. E não só isso, uma vida eterna.

Deus nos dá uma vida nova, assim que morremos para a vida terrena, e nos guia por ela, sendo Ele a nossa bússola, o nosso discernimento e a nossa orientação de como caminhar: “Se alguém andar de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo” (João 11:9). Nesse sentido, passamos a ser também uma centelha dessa luz.

E essa luz não pode ficar dentro de nós, a Luz não deve ser retida a uma pessoa só. Ela deve ser como a luz do sol: aquecer a todos. E nós, somos os responsáveis por isso, por tornar essa luz conhecida, por clarear as trevas do mundo, por retirar muitas vidas da escuridão, seja através de nossas palavras, dos nossos atos e até falando da Palavra de Deus.

E como fazer isso? Deixando a Luz ao alcance de todos: “E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a luz. E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a luz.” (Lucas 8:16).

Devemos espalhar essa Luz, ser portadores e reprodutores Dela aos nossos irmãos, pois essa fagulha da luz de Deus, em nós, não deve ser escondida. Ao contrário, ela deve ser ressaltada diante dos homens, como nos orienta Jesus “Resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus”(Mateus 5:16). 

Que possamos receber essa Luz em nós e que possamos fazê-la brilhar em nós.
               
Andrea Grace
@andreagrace_

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Uma vida que reflete Cristo


Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos, mas a nossa capacidade vem de Deus.
O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica.
II Coríntios 3. 5-6

Temos então, sabendo dessa verdade bíblica, que nos levantarmos com a autoridade que temos através do nome de Jesus e levar a todos os povos a mensagem do evangelho de Cristo.

O que nos falta? O que estamos esperando? É suficiente servir a Deus dentro das quatro paredes de um templo?

O texto de II Coríntios 3. 5-6 nos mostra que não podemos argumentar não sermos capazes, pois toda nossa capacidade vem de Deus e Ele nos dá conforme o que quer que façamos.

Deus escolheu a mim e a você para anunciarmos as boas novas do evangelho de Cristo, Ele mesmo nos capacitou para tal, agora só falta a nossa parte, que não é feita somente quando falamos da vida e do amor de Cristo para os perdidos (o que é muito importante e necessário),  mas também e não menos importante, através do nosso testemunho de vida, como nos portamos no trabalho, na escola, na nossa rua, enfim, em nosso meio social. Não se trata de aparência, é de vida mesmo...

O véu do templo foi rasgado para que tivéssemos acesso livre e direto a Deus e nós temos, reflitamos então aos povos, a glória do Senhor manifesta em nossas vidas, o brilho da vida de Deus reluzindo em nossos passos, gestos, palavras e ações que é como tem que ser. Podemos mostrar a vida de Cristo em nós buscando até nas pequenas coisas, agradá-Lo.

Levemos Cristo aos povos e nações, refletido em nosso viver!

Mas, quando se converterem ao Senhor, então o véu se tirará.
Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.
II Coríntios 3. 16-18


Karlla Cristina
@eversonekarlla